O VALOR DO LIMÃO + BICARBONATO NA SAÚDE DAS PESSOAS
09/02/2015
07/02/2015
A ESTRANHA
texto de e-mail
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família.
A estranha aceitou e, desde então, tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares... minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas a estranha era nossa narradora.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse.
Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha.
Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome? Bom... nós a chamamos ... TELEVISÃO.
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família.
A estranha aceitou e, desde então, tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares... minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas a estranha era nossa narradora.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse.
Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha.
Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
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04/02/2015
TIMO - segredo da felicidade
EXERCÍCIOS PARA ATIVAR O TIMO, A GLÂNDULA DA FELICIDADE
No meio do peito, bem atrás do osso que une as costelas (osso externo), fica uma pequena glândula chamada TIMO.
O seu nome em grego, thýmos, significa energia vital. Ela cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando nos stress-amos e mais ainda, quando adoecemos.
Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhido.
Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.
Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativa; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem.
Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.
Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.
Amor e ódio o afetam profundamente.
Idéias negativas têm mais poder sobre ela do que vírus ou bactérias.
Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.
Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas. Um teste simples pode demonstrar essa conexão.
Feche os dedos polegar e indicador na posição de o.k, aperte com força e peça para alguém tentar abrí-los enquanto você pensa "estou feliz".
Depois repita pensando "estou infeliz".
A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz.
As reações são consideradas respostas do TIMO e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.
O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito..."
Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.
O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração- e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano.
Se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.
Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.
a).. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.
b).. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas.
Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica.
O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta.
Seja Alegre!!!
Seja Feliz!!!
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saude aprendizado felicidade
02/02/2015
PRECISA-SE DE MATERIA PRIMA PARA CONSTRUIR UM PAÍS
(João Ubaldo Ribeiro )
Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a esperteza é a moeda que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal e se tira um só jornal, deixando os demais onde estão.
Pertenço ao país onde as empresas privadas são papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos ...e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo porque conseguiu puxar a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos. Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito.
Onde os diretores das empresas não valorizam o capital humano.
Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde pessoas fazem gatos para roubar luz e água e nos queixamos de como esses serviços estão caros.
Onde não existe a cultura pela leitura - exemplo maior nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato ter que ler" e não há consciência nem memória política, histórica nem econômica.
Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco ao que tem pouco e beneficiar só a alguns.
Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame.
Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o pedestre.
Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos esbaldamos em criticar nossos governantes. Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã passei para trás um cliente através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta.
Como matéria prima de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa. Esses defeitos, essa esperteza brasileira congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, eleitos por nós.
Nascidos aqui, não em outra parte... Me entristeço. Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem serve Lula, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa outra coisa não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente sacaneados!!! É muito gostoso ser brasileiro. Mas quando essa brasilidade autóctone* começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a coisa muda... Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um Messias.
Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos brasileiros não poderá fazer nada. Está muito claro.... Somos nós os que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda nos acontecendo: desculpamos a mediocridade mediante programas de televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe - sim, exigir-lhe - que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e estou seguro que o encontrarei quando me olhar no espelho. Aí está. Não preciso procurá-lo em outro lado.
E você, o que pensa?
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Esperteza - Corrupção - Maucaratismo - Educação
28/01/2015
INAUGURE SUA VIDA TODOS OS DIAS

Dia de inauguração é data festiva, especial. Entretanto um mês depois, aquela mesma organização, composta pelas mesmas pessoas, localizada no mesmo ponto, não tem mais o mesmo ambiente. O que se perdeu entre o dia da inauguração e o resto da vida da empresa foi a atitude básica que imprime qualidade a tudo que fazemos.
Por que isso acontece? Onde perdemos o brilho mágico que pode fazer de nossa conduta um espelho do sucesso que almejamos? A base desse desempenho instável são as crenças que acumulamos a respeito de valor. Fomos condicionados a acreditar que existem dias mais especiais que outros, que a vida é uma linha média, com alguns pontos altos. Isso é uma crença, o que significa que pode ser alterada. Em algum momento de nossas vidas decidimos que o Sábado é melhor do que a Segunda-feira, ou que a Sexta é mais divertida do que a Terça. Foi uma simples escolha, aleatória, que não determina uma verdade absoluta. É por isso que diferentes pessoas tem uma visão diferente sobre cada dia.
Façamos uma análise de nosso último semestre. Que pontos podemos destacar? Que dias foram especiais e por que? Onde aplicamos valor e iniciamos um caminho novo de prosperidade? Para a maioria das pessoas essas respostas demonstram uma escassez absoluta de momentos especiais. O semestre se foi e pouco dos nossos sonhos mereceu um empenho maior de nossa parte. O maior desafio das organizações brasileiras é inaugurar a empresa todos os dias. Isso significa um desafio pessoal de fazer de cada dia um dia especial. Não ter dias medianos, dias de menor importância. É preciso rever nossas crenças sobre valor e decidir que todos os dias tem seu “quê” de especial.
É claro, para que haja uma “inauguração” existem requisitos básicos, então vamos refletir sobre cada um deles:
Tenha um projeto: estabeleça alvos específicos para conquistar e tenha um projeto de vida. Nenhuma inauguração é possível se não for planejada. Eleja um objetivo, estabeleça prioridades, determine um cronograma e persevere na execução do planejado. Uma pessoa movida por seus sonhos tem ânimo para acordar todo dia com pique de inauguração.
Faça investimentos: há uma relação óbvia entre investimento e retorno, porém o fundamental é entendermos que antes de qualquer inauguração sempre há investimento de tempo, capital, neurônios e esforço. Bote mãos à obra, recomece os estudos ou se esforce mais em aprender, faça uma meditação diária sobre seu desempenho, crie novas idéias, não economize energia. Dia de inauguração pode ser estressante, contudo é muito revigorante também. Investir na própria vida sempre vale a pena.
Dê atenção aos detalhes: não deixe nada ao acaso. Lembre-se de mandar flores ou escrever bilhetes de agradecimento. Faça uma visita inesperada. Ofereça seu apoio em atividades comunitárias. Enriqueça seus relacionamentos com contatos freqüentes e cordiais. Tenha uma atividade física diária. Faça uma dieta vegetariana e durma uma hora mais cedo pelo menos uma vez por semana. Desenvolva um hobby. Colecione frases positivas. Mantenha correspondência com alguém do exterior. Enfim encontre maneiras de acrescentar pequenos detalhes de alegria ao seu dia-a-dia. Na verdade uma inauguração é um conjunto orquestrado de detalhes preciosos.
Prepare o “clima”: bem, dia de inauguração não é um dia qualquer, é dia de júbilo e sucesso. Para ser dia de inauguração tem que estar feliz, ter esperança no futuro, sentir que está fazendo algo novo e desafiador e, principalmente, ter orgulho de si mesmo. Assim prepare-se para entrar em clima de festa. Escolha um tema para o dia, pode ser o dia da cozinha para quem gosta de cozinhar, ou dia de shopping, da paquera, do encontro com os amigos, da feira, ou até mesmo do seriado favorito na televisão. O importante é dar sentido especial à própria existência. Vista-se para aquele dia, tome um banho prolongado, use sempre um bom perfume, prepare um café da manhã do jeito que você adora, entre com o espírito que a inauguração acontece.
É certo que a vida não é uma eterna festa, mas não pode ser simplesmente um amontoado de dias que se sucedem. Há dias melhores e dias piores, entretanto de um modo geral colecionamos mais dos piores. A dica aqui é se esforçar para ter um superávit de dias fantásticos. É, dá trabalho, contudo dia de inauguração é sempre muito mais divertido, ou não é?
AQUÍFERO GUARANÍ
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| foto internet |
"Aquífero Guarani" é a maior reserva subterrânea de água doce do mundo. Levou cerca de 200 milhões de anos para se formar. Atualmente, ele abrange oito Estados brasileiros e outros três países sul-americanos: Uruguai, Paraguai e Argentina. É uma área com 1.118.000 km², possui uma espessura média de 250 metros e um volume de 45.000 km³ de água que, até pouco tempo, se acreditava inesgotável.
No entanto, a seca que atinge o Sudeste brasileiro está afetando locais conhecidos como "pontos de recarga" do Aquífero Guarani. Um deles é a Lagoa do Saibro, em Ribeirão Preto, que não está recebendo a água de chuva necessária para manter os níveis da reserva subterrânea. Esse problema, por sua vez, torna cada vez mais difícil e cara a retirada de água do subsolo – quanto maior for a profundidade do lençol freático, maior é também a demanda de tecnologias novas e caras para atingir e coletar água dessa reserva hídrica. Em Ribeirão Preto, por exemplo, estima-se que o nível do aquífero rebaixou mais de 70 metros nos últimos anos1.
Por esse motivo, nem todas essas regiões conseguem captar água do aquífero. Outro problema sério é a motivo é a falta de pontos de afloramento, como nascentes de rio, ribeirões etc. As maiores áreas privilegiadas pelo manancial estão no Paraguai, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
No Estado de São Paulo, chegamos a um momento decisivo em relação à água em 2014. Na capital e na região metropolitana, a soma de fatores climáticos, crescimento populacional e da má administração dos recursos hídricos pelo governo estadual culminaram no rebaixamento, até o volume morto, do nível dos principais reservatórios, como o Cantareira. Já algumas cidades do interior, como Itu (101 km), Ribeirão Preto (313 km), São José do Rio Preto (438 km) e Bauru (342 km), vivem um momento tão crucial quanto, onde a exploração excessiva do aquífero Guarani pode tornar o uso do manancial inviável dentro de alguns anos.
A principal consequência da exploração é o rebaixamento do nível de água do lençol freático. Em Ribeirão Preto, cuja captação de água em sua totalidade é feita no Guarani, o nível tem caído 1 metro por ano, segundo dados de 2012 do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo. Desde 1950, o aquífero já baixou cerca de 70 metros. Mesmo assim, o consumo médio local ainda é 13 vezes maior do que a recarga natural do aquífero.
Em São José, onde o Aquífero Guarani é responsável por 30% do abastecimento de água, o nível do lençol freático chega a baixar 4 metros por ano, quatro vezes mais que em Ribeirão. No poço mais antigo de captação da cidade, que entrou em operação em 1978, a bomba já precisou descer 179 metros desde a primeira captação, segundo informações de 2014 do Semae, Serviço Municipal de Água e Esgoto de Rio Preto.
Em 2011, a Agência Nacional de Águas (ANA) produziu o Atlas de Abastecimento Urbano de Água, um estudo que avaliava a situação dos mananciais em todo o país, apontando os municípios onde a superexploração do manancial já indicava a necessidade de outras alternativas para o abastecimento de água. Segundo o relatório, medidas efetivas deveriam ser tomadas até 2015, caso contrário, a oferta de água não seria suficiente até o ano de 2025. Entre as cidades “no vermelho”, figuravam São Paulo e região metropolitana, Ribeirão Preto, Matão, São José do Rio Preto, Itu e Bauru.
O rebaixamento do nível de água em si é um fenômeno natural. Ele acontece porque o aquífero se recupera lentamente e para isso o ideal seria deixar o poço sem operação, para que a água volte ao nível normal. O problema é que a ausência de outras fontes alternativas para captação vai aos poucos exaurindo a capacidade do lençol. E fatores como o crescimento populacional das cidades, secas e também o desperdício agravam o problema.
“As consequências a longo prazo, caso não se gerencie com rigor e sustentabilidade a captação, é que esse manancial não conseguirá suprir as demandas futuras”, afirma Carlos Eduardo Giampá, especialista em águas subterrâneas da ABAS, Associação Brasileira de Águas Subterrâneas.
Soluções
Impedir a degeneração do aquífero nessas regiões passa por diferentes medidas. Algumas delas são: busca de fontes alternativas para captação de água, o que demandará investimento; proteção de áreas de mananciais; redução da exploração predatória do aquífero; abandono de práticas convencionais de engenharia, como a de canalização de rios; e replantio de árvores em áreas degradadas.
No caso de Ribeirão Preto, em meados de 2014, a cidade recebeu R$ 35 milhões em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para começar as obras na rede de água e esgoto, como ampliação dos reservatórios, perfuração de novos poços e substituição de tubulações antigas. Também montou uma comissão para avaliar a viabilidade de captação de água no Rio Pardo. Em São José do Rio Preto, onde além do Guarani, 40% da produção de água vêm do aquífero Bauru e mais 30% de represa, a cidade também aguardava R$ 16 milhões em recursos para iniciar obras de captação no Rio Grande, na altura de Icém, em Minas Gerais.
De acordo com Giampá, os municípios já inciaram iniciativas mais urgentes. “Em Ribeirão Preto, foram tomadas mediadas preventivas e restritivas, dividindo a cidade em três zonas, duas delas com controle e fiscalização para impedir as perfurações sem autorização e para produções de altas vazões. No caso de São José do Rio Preto, o número de poços nesse aquífero é bem menor, já que ele é mais profundo, estando o SEMAE utilizando sete poços, enquanto o DAERP (Ribeirão Preto) utiliza mais de 120”, explica.
Para ele, ainda resta ao poder público intensificar as políticas de sustentabilidade e de conscientização dos cidadãos para impactar diretamente a preservação das águas subterrâneas e a diminuição do desperdício. “Os órgãos gestores, prefeituras e escolas devem divulgar para a população material informativo sobre as águas subterrâneas, orientando e informando como elas ocorrem, como protegê-las; também campanhas mais duras, do tipo ‘se não preservar, vai faltar’”, afirma.
Fonte: Imprensa brasileira
Fonte: Imprensa brasileira
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27/01/2015
O IMPORTANTE É SER VOCÊ MESMO
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ESSÊNCIA - SER - ÂMAGO - ALMA
25/01/2015
BURACOS NÃO DEIXAM DE EXISTIR
Rosana Braga
Se pensarmos na vida como um longo caminho, podemos fazer
analogias interessantes.
A começar pelos tão comentados obstáculos que temos de
aprender a ultrapassar ao longo dos anos...
Uns maiores, outros menores, cada qual traz consigo seu
nível de dificuldade, suas onseqüentes dores e seus preciosos aprendizados.
Mas hoje quero falar, sobretudo, dos buracos.
Alguns rasos, outros nem tanto.
E existem também aqueles que, de tão profundos, quando
caímos neles costumamos usar a expressão "cheguei ao fundo do poço!".
É claro que ninguém gosta de cair em buracos.
Por menores e mais rasos que sejam, no mínimo nos
desestruturam e nos fazem perder o "rebolado".
Mas o fato é que eles fazem parte de todos os caminhos, de
todas as pessoas, sem exceção,
embora sejam sempre únicos.
O problema é quando alguém busca conhecimento, estuda e se
sente tão crescido que passa a acreditar que isso é o suficiente para eliminar
os buracos de seu caminho, para fazer com que eles simplesmente não existam
mais.
Iludido e enganado por si mesmo, ao se deparar com um, vai ter de lidar ainda
com a ecepção, a frustração e a sensação
de que toda busca não valeu de nada!
Não caia nesta armadilha!
Saiba de antemão que os buracos vão existir pra sempre.
A diferença entre quem está consciente de si e de seu
caminho e quem não está, é que o primeiro vai saber evitar o tombo desviando a
tempo do buraco ou, pelo menos, levantar, sair dele e seguir em frente mais
rapidamente e, tomara, menos machucado.
E tem mais: podemos perceber, com a repetição de nossas
quedas, que muitos dos buracos de nossos caminhos são incrivelmente parecidos,justamente porque
a função deles é nos ensinar a mais difícil de todas as lições.
Portanto, se sua lição mais difícil é aprender a ser menos
teimoso, ou menos ansioso, ou menos inseguro, ou menos desconfiado, note bem: toda
vez que você se distrai ou acelera o passo mais do que deveria, cai num buraco
em que parece já ter caído inúmeras
vezes ntes.
Não é o mesmo! É outro! É novo!
Ele se repete à frente para que você acorde e, a cada queda,
consiga levantar com mais habilidade, e seguir em frente não reclamando e se
lamentando por ter caído mais uma vez; não se criticando e se culpando por ter
sido estúpido novamente.
Não!
Não há nenhuma estupidez na repetição do aprendizado, mas
sim vivência, privilégio e sabedoria!
Assim, se você está agora no chão, se acabou de cair num
buraco do seu caminho, não se sinta uma vítima e sim um escolhido pelo Universo
para se tornar mais forte e mais preparado.
Erga-se, mesmo doendo.
Saia do buraco, mesmo chorando. Outros buracos virão.
Novas cicatrizes ficarão cravadas em sua alma.
E tudo isso será a prova de que você não veio como
espectador e nem como coadjuvante de sua história.
E dê um passo à frente, e depois outro e outro, com a
certeza de que pode ir bem mais longe...
Você veio como protagonista e vai chegar até o fim com a
dignidade de quem não apenas cumpriu o seu destino, mas o esculpiu com coragem,
fé e atitude!
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LIÇÃO ENSINAMENTO REVEZES
22/01/2015
UBUNTU
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"
Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
UBUNTU PARA VOCÊ!
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Solidariedade fraternidade amizade cultura
20/01/2015
A dieta do doutor Barcellos
contra o câncer e todas as
alergias
Raul Barcellos foi um médico carioca que passou metade da
vida demonstrando clinicamente que os sintomas do câncer podem ser combatidos
com dieta e eliminação dos vermes.
UM RESUMO DO QUE ELE EXPLICA
O câncer pode ser causado por uma série de fatores, genéticos
ou adquiridos. Os genéticos se devem a um problema qualquer nos genes, unidades
hereditárias situadas no cromossomo que determinam as características do
indivíduo e que estão sendo estudadas agora. Os fatores adquiridos vêm da
radiação (de todos os tipos, inclusive solar), da poluição química do ar, da
água e do solo, dos campos eletromagnéticos à nossa volta, do estresse, que
provoca excesso de oxidação no organismo, da comida, da bebida, das drogas - da
vida, enfim.
Dr. Barcellos Existem basicamente quatro tipos de câncer: carcinomas,
sarcomas, linfomas e leucemia. Carcinomas surgem na pele, nas membranas
mucosas, nas glândulas e na maioria dos órgãos; sarcomas surgem nos ossos,
músculos e tecidos conectivos; linfomas são a forma de câncer do sistema
linfático; e leucemia é o câncer do sangue. Dentro desses quatro tipos há mais
de cem variedades de câncer.
Mas todo câncer começa pequenininho. Uma turminha de células
destrambelhadas escapa de ser vista e comida pelo sistema imunológico, e como
células adoram se multiplicar, elas crescem e se multiplicam, formando um
tecido anormal. Falta a elas a intervenção do sistema imunológico, e falta
também uma parte do código genético que diz ao tecido quando ele deve parar de
crescer. Por exemplo, um osso: o tecido ósseo sabe a forma exata daquele osso.
Todos os dias ele se refaz do mesmo jeito. Isso porque cada célula carrega
dentro de si o código genético apropriado dentro de uma molécula minúscula
chamada DNA, ou ácido desoxirribonucleico.
Faz parte também da sapiência da célula a coleta de
nutrientes na corrente sangüínea, e entre esses nutrientes estão os
aminoácidos, que se agrupam em combinações diferentes para formar proteínas.
Existem cerca de 500 tipos de proteínas pesquisadas, e todas derivam de alguma
combinação entre os vinte e poucos aminoácidos conhecidos. Elas participam de
absolutamente tudo na vida orgânica, inclusive de processos hormonais,
enzimáticos e genéticos; mas sua principal função é formar tecidos. Osso é
tecido, sangue é tecido, cabelo é tecido, assim como pele, membrana mucosa,
unha, músculo, tendão, nervo. A proteína forma a trama e os outros nutrientes a
preenchem. O sangue vai passando com a matéria-prima e as células de cada tipo
de tecido - inclusive do sangue e da linfa - vão recolhendo aquilo de que
precisam para sua renovação, ao mesmo tempo que jogam de volta à corrente
sangüínea aminoácidos e outras substâncias que estiverem sobrando, numa espécie
de respiração celular.
No caso do câncer, segundo a teoria do Dr. Barcellos, as
células desvairadas recolhem do sangue justamente os aminoácidos que vão
ajudá-las a crescer em delírio. Por isso, só tem um jeito: jejum nelas. A dieta
vai alimentar o corpo, mas não o tumor - já que, na ausência daqueles
aminoácidos, seu padrão de crescimento não consegue se manter. Começa uma
regressão, que ao mesmo tempo é a degeneração do tecido canceroso, e isso
aumenta a descarga de resíduos tóxicos no sangue. Daí a importância que o Dr.
Barcellos dá à desintoxicação.NÃO PODE:
leite e laticínios, como queijo, coalhada, requeijão e
receitas que levam leite (pode manteiga, porque é gordura, não tem proteína);
feijão de qualquer tipo, inclusive ervilha, lentilha,
grão-de-bico, vagem, feijão-verde, soja e seus subprodutos, broto de feijão;
tubérculos: batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa
(mandioquinha), cará, inhame, aipim/mandioca (e farinha de mandioca);
carnes de porco, lagosta, camarão (e talvez outros
invertebrados do mar, como polvo, lula, marisco);
aveia, abacate, castanha portuguesa, vitamina C sintética.
PARA DESINTOXICAR
Três cápsulas diárias de 200 mg de metionina, que se
encontra em farmácias de manipulação, para tomar com as refeições.
Metionina e cisteína são aminoácidos que contêm enxofre, e
enxofre é desintoxicante do fígado e dos rins. Tiamina e biotina, que são
vitaminas, também têm enxofre. Metionina se encontra em ovo de galinha, leite
humano e de vaca*, carne de boi; enxofre em couve, couve-de-bruxelas, brócolis,
repolho, espinafre, nabo, couve-flor com as folhas, todos cozidos e em porções
generosas, e no agrião cru; biotina em fígado de galinha, fígado de boi, gema
de ovo, e tiamina (vitamina B1) em pinhões, farinha de trigo-sarraceno
integral, farinha de trigo integral, farinha de soja*, quinua, quefir, levedo
de cerveja, sementes de girassol, milho verde, germe de trigo. A absorção de
biotina e tiamina é impedida ou reduzida na presença de álcool, avidina
(proteína da clara crua do ovo), cafeína, sulfa, oxidação.
(*alimentos proibidos na dieta do Dr. Barcellos.)
O caldo de alga kombu é muito valorizado por seu alto teor
desintoxicante, nutritivo, regulador da flora intestinal, bom contra
hipertensão arterial. Mas para obter o melhor sabor não se deve ferver a alga,
já que o calor faz com que os polissacarídeos se desmanchem e liberem
substâncias desagradáveis ao paladar. Basta deixar a alga de molho em água
limpa, fria, durante duas horas, para obter um extrato contendo quantidades
importantes de manitol, iodo, cálcio, magnésio e ácido sulfúrico. A alga é
então retirada e usada em refogados rápidos, ou simplesmente cortada e
temperada com shoyu, ou serve para enrolar bolinhos, ou volta para a própria
sopa, etc. O caldo, complementado com macarrão e vegetais previamente cozidos,
deve ser aquecido somente até o ponto anterior à fervura. Missô (massa salgada
de soja, gostosa e nutritiva) é o tempero tradicional desse caldo; como é
proibido na dieta do dr. Barcellos, use um pouquinho de sal.
O suco de aloe vera (um tipo de babosa) também é grande
desintoxicante dos intestinos, do fígado e dos rins.
SOBRE OS VERMES
Os vermes entram no organismo o tempo todo pelas mãos, água,
beijos e alimentos contaminados. Se tiverem permissão para ficar, vão se
reproduzindo, avançam pelas correntes sanguínea e linfática e alojam-se em
centros vitais, como coração, fígado, vesícula biliar, pâncreas, baço, olhos e
cérebro. Podem produzir constipação, diarréia, gases, flatulência, síndrome do
cólon irritável, dores musculares e articulares, problemas de pele, distúrbios
do sono, fadiga crônica e quadros graves de convulsões, vertigens, cefaléias,
pseudomeningites, anemia profunda, gastrite crônica, gripes, resfriados,
sinusites, alergias e disfunções imunológicas em geral. Muitas doenças podem
ser diagnosticadas equivocadamente quando o médico não conhece a sintomatologia
das parasitoses.
O Dr. Barcellos ressalta a capacidade dos vermes em provocar
lesões e deficiência nos vários tecidos do organismo, oferecendo ambiente
propício à formação das neoplasias malignas. Vermes destroem células mais
rápido do que elas conseguem se regenerar; liberam toxinas que danificam os
tecidos e as células, produzindo dores e inflamações; com o tempo deprimem e
exaurem o sistema imunológico. O Dr. Barcellos destaca os helmintos cestóides
(tênias solium, saginata e nana), as lombrigas (ascaris lumbricoides), o oxiúro
vermicular e a triquina.
A cientista canadense Dra. Hulda Clark diz que 100% dos
pacientes de câncer têm vermes, sobretudo um helminto trematóide chamado
facíola (fasciolopsis buskii), que se aloja no fígado.
ALIMENTOS CONTRA OS VERMES
HORTALIÇAS
ABÓBORA (Cucurbita moschata)
Sementes tostadas no forno combatem os vermes,
principalmente a tênia. As sementes devem ser frescas, sem a pele, moídas e
misturadas com mel.
ALHO (Allium sativum)
Três a quatro dentes por dia. Em doses elevadas, o alho pode
produzir cefaléia, gastralgia, vômito, tontura, diarréia e cólica intestinal. É
contra-indicado (quando ingerido em grande quantidade) para mães que amamentam,
porque pode provocar cólicas intestinais nos bebês. Também é contra-indicado
para pressão baixa. O cheiro é combatido comendo salsa crua ou bebendo suco de
limão com igual quantidade de água meia hora antes da ingestão do alho.
CEBOLA (Allium cepa)
Fazer o suco e misturar a uma pequena quantidade de mel.
Tomar 1 colher de sobremesa uma vez ao dia em jejum.
CENOURA (Daucus carota)
Ralar uma quantidade de cenoura suficiente para encher um
pires, misturar com alho picado e um pouco de erva-doce e ingerir pela manhã em
jejum, durante 3 a 5 dias.
CHICÓRIA (Chicorium endivia)
Tomar 3 a 5 xícaras de chá ao dia.
COUVE (Brassica oleracea acephala)
Suco, várias colheres de sopa por dia.
HORTELÃ-PIMENTA (Mentha piperita)
Chá por infusão, 1 xícara em jejum, diariamente por uma
semana.
MAXIXE (Curcumis anguris)
Fruto ao natural, em saladas cruas.
RABANETE (Raphanus sativus)
Sementes, em chá por decocção, 3 a 5 vezes por dia.
FRUTAS
ABACAXI (Ananas sativus)
Ao natural ou em sucos, várias vezes ao dia.
AMÊNDOA (Amygdalus communis)
Dez amêndoas em jejum
AMORA (Morus nigra, Morus alba)
Casca da raiz, chá por infusão 3 a 5 vezes ao dia.
AZEITONA (Olea europea)
Folhas e casca do tronco, chá por infusão 3 a 5 vezes ao
dia.
CIDRA (Citrus medica)
Chá por infusão das sementes ligeiramente tostadas e moídas,
juntamente com sementes de outros cítricos. 1 xícara pela manhã, em jejum.
COCO (Cocos nucifera)
1 colher das de sopa de coco verde ralado, diariamente em
jejum.
FIGO (Ficus carica)
Folhas e talos, suco diluído em igual quantidade de água, 2
colheres das de sopa em jejum, durante 1 semana.
MAMÃO (Carica papaya)
Látex do fruto – leite que se obtém ao se cortar o mamão.
Pegue 20 gramas, dilua em uma xícara de água, adoce com mel e tome em jejum pela
manhã.
PÊSSEGO (Prumus persica)
Flores, chá por infusão, 1 xícara 3 a 5 vezes ao dia.
PITANGA (Stenocalyx pitanga)
Folhas, chá por decocção, 1 xícara 3 a 4 vezes ao dia.
ROMÃ (Punica granatum)
Casca do tronco - chá por decocção, um copo pequeno de 3 em
3 horas, durante alguns dias.
SAPOTI (Achras sapota)
Casca do tronco, chá por decocção, 1 xícara 3 a 4 vezes ao
dia.
TAMARINDO (Tamarindus indica)
Folhas, chá por decocção - 1 xícara 3 vezes ao dia.
ERVAS MEDICINAIS
AGRIÃO (Nasturtium officinale)
Folhas e talos, suco, 1 xícara das de café duas vezes ao
dia.
ARTEMÍSIA (Artemisia vulgaris)
Folhas e raízes. Chá por infusão, 15 gramas em 1 litro de
água, tomado aos goles durante o dia.
BELDROEGA (Portulaca oleracea)
Sementes - comidas em jejum ou preparadas sob a forma de chá
por decocção, 50g a 100g para 1 litro de água.
CARQUEJA (Baccharis trimera)
Planta toda - chá por infusão ou decocção, 3 a 5 vezes ao
dia. Nos casos de diabetes faz diminuir o açúcar do sangue, até sua completa
normalização.
ERVA DE SANTA MARIA (Chenopodium ambrosioides)
Folhas, flores e sementes. Chá por infusão, 10g em 1 litro
de água. Tomar 1 colher das de sopa de hora em hora, por 1 a 3 dias. Após tomar
essa infusão, ingerir 2 ou mais colheres das de sopa de óleo de rícino. Deve
ser empregada com cautela, pois em doses excessivas é muito tóxica.
LOSNA (Artemisia absinthium)
Chá por infusão, 20 g de losna para 1 litro de água,
tomando-se 2 colheres das de sopa de hora em hora. Jamais usar o suco da losna,
pois é altamente tóxico ao natural. A infusão elimina parte desse efeito. O uso
excessivo pode produzir efeitos neurotóxicos, com perturbações da consciência e
convulsões.
PICÃO (Bidens pilosa)
Folhas. Chá por infusão ou decocção, 3 a 5 vezes ao dia.
Infusão É quando se põe a água quase fervendo sobre as
folhas, abafando e esperando 10 a 15 minutos para tomar.
Decocção É quando se
ferve durante quinze minutos, ou mais, as cascas, sementes e raízes da planta.
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MEDICINA NATURAL SAÚDE
19/01/2015
SEXTO SENTIDO VIRTUAL
Silvia Schmidt
Um dia alguém me disse que a comunicação virtual é
algo mediúnico
Se analisarmos bem esse alguém tinha alguma razão!
Às vezes eu me pergunto será que você me reconheceria se
me encontrasse numa festa, num barzinho, em qualquer lugar que fosse ou
mesmo nas ruas?
São tantas as palavras que trocamos através dos nossos computadores Nossas máquinas “se conhecem” tão bem!
Fico pensando nas tantas alegrias que já compartilhamos de
quanta gente até falamos mal também elogiamos...
Fico lembrando das inúmeras ocasiões em que você leu minhas
queixas... recebeu as novidades...
Riu do que me parecia tão trágico e fez-me olhar as
situações sob um prisma diferente...
Puxa vida!
Quantas vezes você me
mostrou frestas de becos que me pareciam sem saída...
Também fico pensando na ansiedade que senti em certas
mensagens suas Pedindo socorro
e eu respondendo Conte comigo como sempre contei com você...
Mais tarde você escrevia noticiando “Graças a você tudo já
está bem melhor”
E eu torno a perguntar-me: será que nos reconheceríamos se
colocados frente a frente?
Algo me diz Que nos reconheceríamos sim!
Olhos nos olhos percebendo um instante de doce calma.
Nós nos reconheceríamos sim!
Os olhos são janelas para a Alma!
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INTERNET VIRTUAL AMIZADE
17/01/2015
A VERDADE
Palavras do amigo
Cláudio Gontijo em seu blog “verevida.blogspot.com”
Ao longo da nossa caminhada, a verdade nos é apresentada em
diversos momentos; mesmo quando nos confundimos e tudo parece infrutífero. O
que se origina dela insere-se profundamente no contexto do que é mais Sagrado,
do que é Divino.
A verdade é a face clara da luz de Deus em nossa existência.
A distância do que é verdadeiro nos deixa estagnados e,
ainda que momentaneamente, em aspectos superficiais, voláteis, ilusórios, de
tudo aquilo que nos cerca. Mentiras, intrigas, calúnias, crueldade,
distanciam-nos da luz Crística que insiste em permanecer em nós.
A verdade está ao nosso lado e, quando a aceitamos,
permanecemos de frente, e não de costas, para os aspectos sagrados de toda a
Criação. A verdade é quem vai nos acolher, nos proteger de tudo o que é sombrio,
de tudo o que nos distancia da fé e da caridade.
Carregaremos conosco, a verdade, somente a verdade,
saciados, pelo resto dos nossos dias. Ela nos protegerá.
Ela fará parte de nós,
se confundirá conosco, por toda a Eternidade.
De posse do que é real e essencial, rezemos por aqueles que
nos perturbam e perambulam à procura de Deus.
Tenhamos esperança.
É como disse
Érico Veríssimo: "Dia virá em que nalguma volta do teu caminho hás de
encontrar Deus".
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Reflexão - Posição e Postura - Fé
16/01/2015
O SONHO ACABOU
O PT foi ficando
cada vez mais dividido, pesado, paquidérmico, carregando alas divergentes que
foram minando a força interior do partido e sua chama
Adriana Calcanhoto (compositora e cantora)
Aos 15 anos, estudante secundarista em Porto Alegre, interessada especialmente nas causas indígena e trabalhista, devorando qualquer texto dos irmãos Villas Boas ou de Darcy Ribeiro que encontrasse pela frente, me apaixonei pelo movimento de criação do Partido dos Trabalhadores. Era o ano de 1980, e eu vendia broches que eram estrelinhas vermelhas com “PT” escrito em branco. Era o que podia fazer como contribuição para a concretização do grande sonho, aquele trabalho de formiguinha que o militante secundarista pode fazer, dando tudo de si. Usava meu broche de estrelinha do lado esquerdo do peito, no duplo sentido. Tirava o broche antes de chegar em casa para não ter que confrontar a família, de direita, entre outras manobras anticonflito. Até que um dia nasceu finalmente o PT, o inacreditável aconteceu. Grande privilégio do ponto de vista histórico fazer parte daquilo. Meu herói era Olívio Dutra, e meu lema era “com o Olívio onde o Olívio estiver”.
Gostava do comunismo e gosto ainda hoje. Do lado bom, do
lado utópico, do lado Ferreira Gullar, do lado Oscar Niemeyer do comunismo. Li
“O capital”, mas repudio ditadores que não respeitam os direitos humanos.
Revelou-se utópico, mas para mim antes utopia que acomodação ou o trabalho
escravo do qual o capitalismo com tanta naturalidade lança mão.
Dada hora o PT trincou e acabou rachado. Começou a ter alas
e facções demais e tornou-se, para meu gosto, excessivamente “partido”. Mesmo
ligada à causa trabalhadora e filiada ao PT em Porto Alegre, sempre me senti
mais ligada a quadros do que a agremiações. Já morando no Rio de Janeiro, fiz
campanha voluntária à Presidência da República de Roberto Freire, pelo PCB, no
primeiro turno nas eleições de 1989. Tinha 23 anos, liguei para o comitê e
perguntei: “Posso ajudar?”. Seguia acreditando nas ideias do PT, votei em Lula
no segundo turno e chorei dois dias de desgosto com a vitória de Fernando
Collor. Passou o tempo, e o PT foi ficando cada vez mais dividido, pesado,
paquidérmico, carregando alas divergentes que foram evidentemente minando a
força interior do partido e sua chama. Tempos depois a ala radical do PT, de
tão radical, chegou, por exemplo, a ser contra a candidatura pelo partido à
Presidência da República de figuras migradas de outros partidos, caso da
presidenta Dilma, oriunda do PDT. Não gosto de fanatismo. Fui deixando a cada
dia de me sentir representada pelo PT. Não achei a escolha do cinismo boa
opção. Não gostei de ver o Lula em palanques com Sarney e Paulo Maluf, que ele
execrava nos mesmos palanques quando eles não estavam presentes, aquele PT não
me representava mais.
O desmatamento aumentou. A nascente do Rio São Francisco
secou. O governo não relaciona uma coisa à outra. O governo permanecerá no
governo porque a cada eleição vai pagar carros com alto-falantes para circular
pelas ruas das cidades mais pobres do Nordeste informando que a oposição,
vencendo a eleição, vai acabar com o Bolsa Família. O povo tutelado, acuado.
São inegáveis as boas coisas realizadas pelo PT, são transparentes, menos gente
passa fome. Mas e essa confusão na Petrobras?
A Educação em cujo país o lema do governo agora é “Pátria
educadora” tem o responsável pela pasta definido no balcão de loteamento de
cargos, um deboche, uma ofensa à memória de Paulo Freire e ao esforço das
pessoas comprometidas com a educação no país, considero inaceitável, mas e daí?
Quem sou eu? Apenas uma cidadã, que paga impostos, que é muitas vezes
bitributada, que gera empregos, que para no sinal vermelho, ou seja, uma
otária, que acredita em princípios éticos. Se o governo despreza a ética por
que o povo seria ético? Mas eu não caio nessa. O chanceler escolhido pela
presidenta para assumir o posto em Washington, com habilidades conhecidas para
amenizar bilateralmente os ânimos, botar as coisas nos eixos e ajudar a
promover a visita da presidenta aos Estados Unidos em setembro, já começa com
um problema a resolver. O ministro foi empossado sem o aval dos EUA, uma
formalidade a ser cumprida, já descumprida pelo governo brasileiro na largada,
obrigando o primeiro ato do novo chanceler a ser uma quebra de protocolo. As
primeiras ações do novo governo contradizem em tudo o que foi dito na campanha,
a massa de manobra, massinha de modelar. Ai, cansa.
Quando um dos maiores tesouros do PT, a então senadora
Marina Silva, deixou a legenda, eu já estava no Partido Verde. Agora não estou
em lugar nenhum. Ou melhor, mudei-me para a desesperança. Serei alienada ou
apolítica, que é melhor para mim do que ser amoral. Semana passada, juntando em
caixas roupas, livros e coisas que não uso mais para doar, atirei num caixote
de bugigangas aquela minha estrelinha vermelha do PT, o sonho acabou. Pode a
militância entupir à vontade minha caixa postal com deselegâncias, eu sou vocês
ontem.Hoje eu sou Charlie.
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Desabafo Desencanto Traição
14/01/2015
TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

Não pude deixar de compartilhar... Me emocionei pela verdade no texto, não deixem de ler!
" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "
(Autor desconhecido)
Inteligente vida
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INVERSÃO ORDEM FINAL DE VIDA
13/01/2015
APELO AO PAPA FRANCISCO
Materia do Blog portugues "Do Mirante"

Tomo a ousadia de me dirigir a Si, sem a formalidade de Sua Santidade, para não circunscrever a intenção ao âmbito dos católicos, mas considerando-O como um incontestado líder humano Mundial, em persistente luta abrangente por uma Humanidade Melhor e uma Era mais pacífica e fraterna.
A sua capacidade de paziguar os irmãos desavindos tem sido a concretização do ensinamento de Cristo «Amai-vos uns aos outos». Essa sua obra ficou bem visível na normalização das relações entre os EUA e Cuba e nos repetidos contactos com Israel e Palestina, com Turquia e com representantes religiosos de outra índole.
Neste momento, os acontecimentos da semana passada em Paris e arredores fazem temer muito pela segurança Mundial. A seguir à morte dos três «heróis» atacantes, poderão surgir voluntários que se candidatem a «heróis» para vingar a morte daqueles. A desconfiança instala-se, com o ressentimento, a sensibilidade e a irritabilidade aceradas, a provocação, a retaliação e o mais que pode acontecer. Mesmo entre as diversas partes do Islão parece não haver convergência de doutrina quanto aos comportamentos dos seus seguidores, no relacionamento com os diferentes.
Para haver paz no Mundo, é imperioso que haja respeito pelos outros mesmo que professem religião diferente, tal como quando se trata de clubes de futebol ou de partidos políticos. A amizade, a tolerância e a compreensão das diferenças é necessária entre irmãos (hermanos ou humanos).
Estas minhas considerações servem apenas para fundamentar o meu APELO para que procure reunir os principais líderes das diversas religiões, para definirem em palavras, claras, actuais e realistas, os principais conceitos que devem ser do conhecimento dos seus crentes, para que cessem os extremistas fanáticos com atitudes que me parecem ser contrárias a qualquer religião que se preze de o ser.
Depois, que, com a acção dinâmica dos diversos escalões da sua hierarquia, procurem, com os devidos cuidados, incutir nos crentes um comportamento correcto tendente à fraternidade universal, independentemente de cor ou credo ou política. Aliás a religião deve estar acima da política partidária e não submeter-se a ela, sem que os seus crentes deixem de ter a liberdade de tomar as suas opções com respeito e liberdade.
Espero e desejo que nesta Sua acção que, sabemos já vem detrás, tenha êxito e consiga tornar o Mundo mais, tolerante, pacífico e solidário apesar das diferenças existentes na diversidade do Planeta.
Desculpe-me, Sua Santidade, esta minha ousadia mas quero dar desta forma modesta o meu apoio à acção universalista que tem vindo a desenvolver.
Os meus respeitos muito sinceros
António João Soares
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