28/06/2016
23/06/2016
VENEZUELA- REVISTA ISTO É
Vejam a reportagem da Isto É:
http://istoe.com.br/do-que-escapamos/
Uma tragédia humanitária se multiplica no exato momento em que você lê este texto. O que era ruim ontem ficou péssimo hoje. E vai piorar amanhã. Dizem que a desgraça só nos atinge quando está por perto. Do contrário, nós a ignoramos. Mas esta catástrofe não pode ser esquecida sob o pretexto da distância. Bastam pouco mais de cinco horas de voo a partir de São Paulo ou do Rio de Janeiro para chegar à Venezuela, o gigante sul-americano que vive o maior flagelo de sua história e o mais devastador para uma população das Américas desde o grande terremoto que devastou o Haiti, há seis anos.
Brasil e Venezuela dividem 2.200 km de fronteiras, mas a proximidade não foi capaz de despertar o interesse, ou pelos menos a piedade, dos brasileiros. Estamos indiferentes à dor e ao sofrimento de nossos vizinhos – e isso pode ser perigoso para nós mesmos. É preciso entender o caso venezuelano para espreitar o que poderia ter sido o Brasil se continuássemos flertando com o receituário populista. Nos anos Lula e Dilma, enveredamos por esse caminho e fizemos um esforço sincero para repetir aqui os erros que destruíram os vizinhos de lá. Se a Venezuela sucumbiu, o Brasil poderia ter encontrado o mesmo destino.
Os venezuelanos chegaram ao abismo porque seus dois últimos governantes, Hugo Chávez entre 1999 e 2013 e Nicolás Maduro desde então, reciclaram fórmulas surradas da esquerda latino-americana. Como a história ensinou, elas se prestaram, antes de tudo, a saciar as ambições – ou as loucuras – de líderes que, como Chávez, se consideram messiânicos. Pela ótica “revolucionária”, palavra que o populismo tratou de banalizar, o Estado é o senhor da vida dos cidadãos. Ele se sobrepõe à livre iniciativa, ao direito de escolha que as sociedades verdadeiramente democráticas conferem a cada um.
Chávez, que morreu de câncer em 2013, apoiou-se no dinheiro que jorrava das reservas de petróleo (a Venezuela detém as maiores jazidas do planeta) para oferecer alimentos subsidiados aos pobres, abrir linhas de crédito generosas para a compra de casas populares e reduzir o preço da energia, para citar as iniciativas que o tornaram o presidente mais popular da história do país. Fez isso sem pensar numa estratégia para resolver a equação “gastos públicos” versus “equilíbrio fiscal”, e o resultado é uma conta que não fecha.
Em sua sanha “revolucionária”, Chávez promoveu uma onda de estatização. Expropriou empresas de diversos setores e orgulhou-se de botar para correr empresários que defendiam a iniciativa privada. Sob Chávez, o governo venezuelano passou a controlar 80% do setor de telefonia fixa, 40% do bancário e 35% do varejo de alimentos. Refratário ao debate aberto, cassou a licença de emissoras de tevê, censurou jornais e perseguiu repórteres independentes.
Chávez não percebeu, mas ele estava começando a cavar o abismo que asfixia a Venezuela hoje em dia. Como o Estado passou a regular quase tudo, a corrupção atingiu níveis epidêmicos (qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência) e os serviços se tornaram ineficientes, funcionando essencialmente para abastecer os bolsos dos próceres ligados ao governo. Uma nação corrupta e ineficiente (sim, poderia ser o Brasil, mas estamos falando da Venezuela) tende a esgotar seus recursos, e foi isso o que aconteceu.
Entre 1999, quando Chávez assumiu o poder, e 2013, quando morreu, os gastos públicos passaram de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) para 52% (o descontrole com o dinheiro público não faz lembrar o governo Dilma?). Com Maduro, a relação se tornou mais dramática, chegando a impressionantes 60%. Junte-se a isso a queda do preço do petróleo (que responde por 95% das exportações do país) e o quadro que surge é o da falência absoluta. Os investidores sumiram (no Brasil de Dilma também), a inflação disparou (idem aqui), o desemprego e a inadimplência atingiram patamares dramáticos (idem, idem). Não é correto dizer que o Brasil seria a cópia perfeita e acabada da Venezuela (nossas instituições são mais fortes, nosso setor produtivo é mais diversificado), mas certamente não é exagero afirmar que os governos petistas fizeram muita coisa para repetir em solo nacional os pecados populistas de Chávez e Maduro.
Por mais que a esquerda feche os olhos para o problema, por mais que Chávez tenha tido, pelo menos no início, boas intenções (e que tenha até reduzido a disparidade de renda entre ricos e pobres), a realidade se impôs: a Venezuela é hoje um país em ruínas. Na semana passada, os jornais publicaram a notícia de um ex-professor universitário que foi linchado porque roubou US$ 5 de um velho que tinha saído do banco. Ele assaltou o idoso para comprar comida para os filhos, que passavam fome. Na terça-feira 24, um menino de 8 anos morreu de câncer. Ele se tornou famoso ao aderir aos protestos contra Maduro, carregando um cartaz onde se lia “Quero me curar. Paz e saúde.” A família do garoto não conseguiu os remédios para a quimioterapia, e ele não resistiu. Seu drama é o retrato acabado da falência da saúde. A Federação Farmacêutica Venezuelana calcula em 85% a escassez de medicamentos.
Estima-se que mais de 70% venezuelanos vivam na pobreza. O índice é equivalente ao de países miseráveis como a Somália. A população não tem o que comer. Também falta água. Nas favelas, as torneiras estão secas desde o ano passado. A escassez de água afeta a higiene, e assim surgiram surtos de doenças como a sarna. Os produtos da cesta básica sumiram das gôndolas dos supermercados. Desesperadas, as pessoas se juntam em pequenos grupos para roubar caminhões que transportam alimentos. Mesmo com o racionamento que impõe uma cota de no máximo dois itens por semana da cesta básica para cada venezuelano, a inflação não para de subir. Na semana passada, a capital Caracas reajustou os preços tabelados em mais de 1.000%. Estima-se que, em 2016, a inflação venezuelana supere 700%. Será a mais alta do mundo.
Conseguir comida requer lutas árduas. As filas nos supermercados chegam a 12 horas. Mesmo assim, o desfecho é incerto. O caos fez surgir a figura do “bachaquera”, “profissional” especializado em furar filas e que muitas vezes passa noites sem dormir para comprar a sua cota de alimentos. Os bachaqueras vendem os produtos por até 100 vezes o preço original.
Com a tessitura social desmoronando, uma onda de violência faz de Caracas uma das cidades mais letais do mundo. A polícia tem sido acusada de invadir casas, matar os proprietários e roubar alimentos. Justiceiros julgam e lincham supostos criminosos. Cidadãos comuns fogem para outros países. Há alguns dias, um emissário da ONU disse que a Venezuela vive um genocídio. Enquanto isso, o presidente Nicolás Maduro ameaça fechar o Congresso e cancelar eleições. O Brasil escapou de viver este inferno.
http://istoe.com.br/do-que-escapamos/
Uma tragédia humanitária se multiplica no exato momento em que você lê este texto. O que era ruim ontem ficou péssimo hoje. E vai piorar amanhã. Dizem que a desgraça só nos atinge quando está por perto. Do contrário, nós a ignoramos. Mas esta catástrofe não pode ser esquecida sob o pretexto da distância. Bastam pouco mais de cinco horas de voo a partir de São Paulo ou do Rio de Janeiro para chegar à Venezuela, o gigante sul-americano que vive o maior flagelo de sua história e o mais devastador para uma população das Américas desde o grande terremoto que devastou o Haiti, há seis anos.
Brasil e Venezuela dividem 2.200 km de fronteiras, mas a proximidade não foi capaz de despertar o interesse, ou pelos menos a piedade, dos brasileiros. Estamos indiferentes à dor e ao sofrimento de nossos vizinhos – e isso pode ser perigoso para nós mesmos. É preciso entender o caso venezuelano para espreitar o que poderia ter sido o Brasil se continuássemos flertando com o receituário populista. Nos anos Lula e Dilma, enveredamos por esse caminho e fizemos um esforço sincero para repetir aqui os erros que destruíram os vizinhos de lá. Se a Venezuela sucumbiu, o Brasil poderia ter encontrado o mesmo destino.
Os venezuelanos chegaram ao abismo porque seus dois últimos governantes, Hugo Chávez entre 1999 e 2013 e Nicolás Maduro desde então, reciclaram fórmulas surradas da esquerda latino-americana. Como a história ensinou, elas se prestaram, antes de tudo, a saciar as ambições – ou as loucuras – de líderes que, como Chávez, se consideram messiânicos. Pela ótica “revolucionária”, palavra que o populismo tratou de banalizar, o Estado é o senhor da vida dos cidadãos. Ele se sobrepõe à livre iniciativa, ao direito de escolha que as sociedades verdadeiramente democráticas conferem a cada um.
Chávez, que morreu de câncer em 2013, apoiou-se no dinheiro que jorrava das reservas de petróleo (a Venezuela detém as maiores jazidas do planeta) para oferecer alimentos subsidiados aos pobres, abrir linhas de crédito generosas para a compra de casas populares e reduzir o preço da energia, para citar as iniciativas que o tornaram o presidente mais popular da história do país. Fez isso sem pensar numa estratégia para resolver a equação “gastos públicos” versus “equilíbrio fiscal”, e o resultado é uma conta que não fecha.
Em sua sanha “revolucionária”, Chávez promoveu uma onda de estatização. Expropriou empresas de diversos setores e orgulhou-se de botar para correr empresários que defendiam a iniciativa privada. Sob Chávez, o governo venezuelano passou a controlar 80% do setor de telefonia fixa, 40% do bancário e 35% do varejo de alimentos. Refratário ao debate aberto, cassou a licença de emissoras de tevê, censurou jornais e perseguiu repórteres independentes.
Chávez não percebeu, mas ele estava começando a cavar o abismo que asfixia a Venezuela hoje em dia. Como o Estado passou a regular quase tudo, a corrupção atingiu níveis epidêmicos (qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência) e os serviços se tornaram ineficientes, funcionando essencialmente para abastecer os bolsos dos próceres ligados ao governo. Uma nação corrupta e ineficiente (sim, poderia ser o Brasil, mas estamos falando da Venezuela) tende a esgotar seus recursos, e foi isso o que aconteceu.
Entre 1999, quando Chávez assumiu o poder, e 2013, quando morreu, os gastos públicos passaram de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) para 52% (o descontrole com o dinheiro público não faz lembrar o governo Dilma?). Com Maduro, a relação se tornou mais dramática, chegando a impressionantes 60%. Junte-se a isso a queda do preço do petróleo (que responde por 95% das exportações do país) e o quadro que surge é o da falência absoluta. Os investidores sumiram (no Brasil de Dilma também), a inflação disparou (idem aqui), o desemprego e a inadimplência atingiram patamares dramáticos (idem, idem). Não é correto dizer que o Brasil seria a cópia perfeita e acabada da Venezuela (nossas instituições são mais fortes, nosso setor produtivo é mais diversificado), mas certamente não é exagero afirmar que os governos petistas fizeram muita coisa para repetir em solo nacional os pecados populistas de Chávez e Maduro.
Por mais que a esquerda feche os olhos para o problema, por mais que Chávez tenha tido, pelo menos no início, boas intenções (e que tenha até reduzido a disparidade de renda entre ricos e pobres), a realidade se impôs: a Venezuela é hoje um país em ruínas. Na semana passada, os jornais publicaram a notícia de um ex-professor universitário que foi linchado porque roubou US$ 5 de um velho que tinha saído do banco. Ele assaltou o idoso para comprar comida para os filhos, que passavam fome. Na terça-feira 24, um menino de 8 anos morreu de câncer. Ele se tornou famoso ao aderir aos protestos contra Maduro, carregando um cartaz onde se lia “Quero me curar. Paz e saúde.” A família do garoto não conseguiu os remédios para a quimioterapia, e ele não resistiu. Seu drama é o retrato acabado da falência da saúde. A Federação Farmacêutica Venezuelana calcula em 85% a escassez de medicamentos.
Estima-se que mais de 70% venezuelanos vivam na pobreza. O índice é equivalente ao de países miseráveis como a Somália. A população não tem o que comer. Também falta água. Nas favelas, as torneiras estão secas desde o ano passado. A escassez de água afeta a higiene, e assim surgiram surtos de doenças como a sarna. Os produtos da cesta básica sumiram das gôndolas dos supermercados. Desesperadas, as pessoas se juntam em pequenos grupos para roubar caminhões que transportam alimentos. Mesmo com o racionamento que impõe uma cota de no máximo dois itens por semana da cesta básica para cada venezuelano, a inflação não para de subir. Na semana passada, a capital Caracas reajustou os preços tabelados em mais de 1.000%. Estima-se que, em 2016, a inflação venezuelana supere 700%. Será a mais alta do mundo.
Conseguir comida requer lutas árduas. As filas nos supermercados chegam a 12 horas. Mesmo assim, o desfecho é incerto. O caos fez surgir a figura do “bachaquera”, “profissional” especializado em furar filas e que muitas vezes passa noites sem dormir para comprar a sua cota de alimentos. Os bachaqueras vendem os produtos por até 100 vezes o preço original.
Com a tessitura social desmoronando, uma onda de violência faz de Caracas uma das cidades mais letais do mundo. A polícia tem sido acusada de invadir casas, matar os proprietários e roubar alimentos. Justiceiros julgam e lincham supostos criminosos. Cidadãos comuns fogem para outros países. Há alguns dias, um emissário da ONU disse que a Venezuela vive um genocídio. Enquanto isso, o presidente Nicolás Maduro ameaça fechar o Congresso e cancelar eleições. O Brasil escapou de viver este inferno.
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Politica Violencia Corrupção Fome
23/05/2016
28/04/2016
ALERTA DA LIGA CRISTÃ MUNDIAL
CAUTELA SEGURANÇA IGREJA
VÍDEO DA INTERNET
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Gravidade Imigração Investigação,
Terrorismo
27/04/2016
BANHO FRIO
7 Grandes Benefícios do Banho Frio Para a Saúde!
A água quente é confortante e ajuda a relaxar, mas pode
causar problemas na pele. O excesso de banhos em alta temperatura pode ressecar
a pele se você não hidratá-la adequadamente. Quem tem o rosto oleoso deve
evitar água quente, pois aumenta a produção de sebo no rosto, e aí surgem as
indesejadas espinhas. O mesmo vale para quem tem problemas no couro cabeludo,
como caspa ou excesso de oleosidade.
1. Faz bem à pele e aos cabelos
Se você quer manter seus cabelos e a sua pele saudáveis e
com boa aparência, experimente tomar um banho frio de vez em quanto somente
para testar. As diferenças serão visíveis. Isso acontece porque a água fria
fortalece ajuda a reduzir os poros e mantém a pele hidratada por mais tempo. Já
para os cabelos, o banho frio mantém firmes os óleos naturais dos fios, e por
isso ficam mais firmes, brilhantes e com boa aparência.
2. Diminui a pressão sanguínea
Se você sofre com pressão alta, cogite a possibilidade de
tomar banhos frios de vez em quando, pois melhora a circulação sanguínea. O
choque da água fria no corpo faz com que as artérias trabalhem mais para
controlar a temperatura interna, e por isso estimula a circulação em todo o
organismo. Algumas pessoas até tem um pouco de palpitação quanto tomam banho
frio ou entram em uma piscina ou no mar, pois é justamente isso que acontece,
mas não se preocupe pois não faz mal ao coração. Pelo contrário, está
estimulando a oxigenação do sangue. E tem mais: o banho frio ainda reforça a
imunidade!
3. Reduz os níveis de estresse
Você teve um dia muito cheio e estressante e, para relaxar,
toma aquele banho fervente. Fez bem, certo?
Errado! Tomar banho frio diminui consideravelmente os níveis
de ácido úrico que soltamos no organismo em situações de estresse, além de
estimular os antioxidantes. Um estudo mostrou que os banhos frios, além de
diminuir a tensão, ajuda a melhorar sentimentos negativos, como raiva e
tristeza. Por isso, caso tenha tido um dia difícil, tome um banho frio e
relaxe.
4. Acaba com dores musculares
Você já deve ter visto em programas de esporte que diversos
atletas fazem tratamento com gelo. Alguns deles até mergulham em banheiras
cobertas de cubos de gelo! Eles fazem isso após longos e exaustivos treinos,
pois a baixa temperatura evita que esses atletas tenham tensões e inflamações
musculares, e ajuda a recuperar os tecidos após longos treinos.
Por isso, se você teve algum problema muscular, opte pelo
banho frio após realizar alguma atividade física, de musculação a caminhada. Se
tiver banheira em casa, mergulhe na água fria por pelo menos 25 minutos.
5. Ajuda a queimar gorduraIsso pode ajudar a turbinar a sua
dieta de emagrecimento.
Tomar banho frio
acelera o metabolismo e ajuda a eliminar aquelas gorduras persistentes que
ficam nas laterais do corpo e abdômens, por exemplo. É o temido tecido adiposo.
Claro que, para usufruir deste benefício, você deve fazer uma dieta, mas o
banho frio pode acelerar o emagrecimento.
6. Reforça o metabolismo.
Como dissemos no tópico anterior, o banho frio acelera o
metabolismo. Assim que você entra em uma ducha de água fria ou banheira, seu
corpo rapidamente reage para controlar a temperatura interna. Dessa forma, o
metabolismo fica mais rápido. Assim, você perde calorias mais rápido e o seu
corpo funciona melhor.
7. É a melhor forma de despertar
Muitas pessoas têm dificuldade em levantar da cama e
precisam de um banho para começar o dia. Pois saiba que se você é assim e ainda
toma banho quente, seu corpo vai ter ainda mais dificuldade para despertar,
pois a alta temperatura é relaxante. Já o banho frio faz o contrário, pois
estimula a circulação de oxigênio no organismo e, cansando aquela sensação de
"acordar". Pode ser difícil nos primeiros dias, mas seu corpo estará
habituado em algumas semanas.
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SAÚDE PREVENÇÃO DE DOENÇAS DICAS
25/04/2016
MELISSA: NATURALMENTE CALMANTE
Nota: As informações e sugestões contidas neste site são meramente informativas e não devem substituir consultas com médicos especialistas.
A melissa (Melissa officinalis), também conhecida como
erva-cidreira, é uma planta da família da menta. Graças ao seu aroma fresco e
ativo, semelhante ao do limão, sua utilização tornou-se muito popular na
gastronomia. Entretanto, em muitos lugares, esta erva também ficou conhecida
por suas incríveis propriedades calmantes e fantásticos benefícios para a
saúde. As pessoas que têm pressão
sanguínea baixa devem ter cautela, pois a melissa pode causar queda de pressão.
Apresentamos aqui 10 motivos para você começar a incorporar melissa à sua
dieta!
1. Reduz o risco de desenvolver Alzheimer e demência
Foi descoberto que os óleos essenciais liberados ao mastigar
as folhas desta planta ajudam a estimular o funcionamento da memória, prolongar
a concentração e capacidade de atenção em pacientes que sofrem de Alzheimer,
bem como reduzir os sintomas mais extremos da demência.
2. Tratamento para herpes e outros efeitos antivirais
A melissa contém polifenóis que são benéficos para o
tratamento das lesões causadas por herpes. Além disso, diversas pesquisas demonstraram
que o consumo regular desta planta está associado a uma redução na frequência
do surgimento das lesões.
3. Para a limpeza da pele
A infusão à base de melissa pode ser utilizada para limpar a
pele. Coloque um punhado de folhas de melissa em um recipiente com 4 xícaras de
água fervendo. Depois que a infusão estiver esfriado, aplique-a sobre o rosto,
fazendo uma massagem suave. Para finalizar, enxágue com água fria.
4. Tratamento para ansiedade e insônia
O consumo regular desta planta tem demonstrado eficácia no
tratamento da ansiedade, estresse e problemas para dormir. De fato, pesquisas
indicam que suas propriedades têm a mesma eficácia dos medicamentos prescritos
para tratar estes problemas. As substâncias químicas liberadas pelas folhas de
melissa ao serem mastigadas possuem propriedades calmantes e benéficas à saúde.
O governo da Alemanha aprovou o uso desta planta no tratamento dos transtornos
do sono.
5. Alívio para dor de cabeça
As propriedades calmantes da melissa são ideais para
combater as dores de cabeça, especialmente quando consumida em forma de
infusão. Na próxima vez em que você sentir dor de cabeça, experimente
substituir o analgésico pelo chá de melissa.
6. Combate a fadiga crônica e equilibra a tireoide
As substâncias químicas presentes nas folhas da melissa
produzem efeitos positivos sobre a tireoide e produção de hormônios. Tais
substâncias ajudam também a tratar da fadiga crônica e aliviar os sintomas
associados a transtornos da tireoide.
7. Melhora os níveis de concentração
Uma pesquisa conduzida por um grupo de cientistas da
Universidade de Northumbria, na Inglaterra, demonstrou que o consumo regular de
melissa aumentou significativamente o rendimento de um grupo de estudantes
quando comparados com outro grupo que não a consumiu. Seis horas após a
ingestão de melissa, os estudantes sentiram-se mais relaxados e concentrados.
8. Alívio para a indigestão
As propriedades calmantes desta planta fazem maravilhas com
problemas de indigestão e problemas estomacais. Também é muito benéfica para
reduzir inchaços e cólicas intestinais.
9. Propriedades anti-envelhecimento
Esta planta é uma excelente fonte de antioxidantes que
ajudam a proteger o organismo contra os danos produzidos pelos radicais livres.
10. Tratamento de picadas e lesões cutâneas
Utilizar uma infusão de melissa como tratamento tópico sobre
picadas de insetos e outras lesões cutâneas leves ajuda a aliviar a irritação e
acelerar o processo de cura.
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SAUDE PREVENÇÃO SUGESTÕES
20/04/2016
MENTE SÃ EM CORPO SÃO
Nos dias agitados de hoje, é difícil se deixar levar pela
carga de mau humor e estresse que pode desencadear doenças, a começar pelas
psicológicas, como depressão. O antigo ditado em latim "Mens sana in
corpore sano" ("Mente sã em corpo são") está mais do que certo,
pois a nossa mente nos controla.
É por isso que a meditação tem ganhado cada vez mais
notoriedade. É uma prática ancestral que requer autocontrole, foco e concentração.
Vários pesquisadores e cientistas já comprovaram que a meditação faz muito bem
à saúde, a começar pelos benefícios psicológicos que se estendem pelo
organismo. Algumas escolas no Reino Unido adotaram a prática diária de
meditação para alunos e professores, com resultados comprovados de menos
estresse e mais concentração.
Quer saber o que a meditação pode fazer por você? Vamos
mostrar aqui algumas das maravilhas que esta prática pode trazer para a sua
vida.
Melhora a memória e o
humor
Lidar com mau humor, tristeza e pensamentos negativos é
muito difícil, principalmente em momentos da vida em que estamos passando por
dificuldades. É por isso que muitos apelam para medicamentos ansiolíticos e
antidepressivos para controlar essas emoções. Porém, já foi comprovado
cientificamente que a prática regular de meditação ajuda a melhorar o humor, e
também fortalece a memória.
Mais foco e menos
pensamentos ruins
Muitas vezes a nossa mente está tão cheia de preocupações
que não conseguimos nos concentrar nas tarefas do dia a dia, seja no trabalho
ou até em atividades corriqueiras do dia a dia. A mente se torna viciada nesse
tipo de pensamento, provocando distrações. A meditação é eficaz para acalmar os
pensamentos. Ao meditar, o cérebro consegue processar os pensamentos mais
devagar, com mais facilidade, ao invés daquele turbilhão de coisas que passam
pela cabeça. A consequência é mais foco para fazer as suas tarefas. Pensamentos
negativos, além de atrapalhar a sua vida, podem desencadear doenças como
depressão, ansiedade e síndrome do pânico.
Aumenta massa
cerebral
Sim, é isso mesmo! Estudos realizados pelas Universidade de
Harvard, Yale e Massachusetts, nos Estados Unidos, afirmaram que a prática
regular de meditação promove benefícios fisiológicos no cérebro, pois foi
verificado que a meditação literalmente reconstrói a massa cinzenta do cérebro,
tornando os tecidos cerebrais mais fortes e espessos.
A massa cinzenta tende a diminuir com o avanço da idade,
portanto a meditação é um ótimo remédio para isso. Vale lembrar que esta parte
do cérebro está associada ao sistema cognitivo e emocional. Portanto, após
práticas regulares de meditação, a atuação do cérebro melhora de forma
significativa. Esses mesmos estudos comprovaram que a massa cinzenta pode se
recuperar em até oito semanas quando se medita!
Reduz a fadiga física
e mental
Como foi dito aqui anteriormente, uma mente sã torna o corpo
são. Muitas vezes a fadiga física começa no cérebro, por causa do excesso de
preocupações e pensamentos. E é aí que entra a meditação. Além de relaxar,
torna a mente mais alerta, pois a meditação faz um tipo de "limpeza"
no cérebro. Foi comprovado que meditar logo de manhã torna a mente mais alerta
e ativa do que tomar uma xícara de café. Por isso, antes do café da manhã,
tente meditar por 10 ou 15 minutos. Você se sentirá mais relaxado, mais calmo
e, o que é melhor, com mais energia para o dia.
Melhora dores físicas
Os benefícios da mente se estendem para o corpo. Estudos
comprovaram que a prática de meditação diminuir dores crônicas em até 50%, pois
em muitos casos as pessoas sente dores psicossomáticas, ou seja, associadas a
doenças psíquicas. Dessa forma, quando a meditação age na mente tornando-a mais
saudável, automaticamente as dores físicas diminuem. A meditação é até aprovada
pela medicina, pois muitos médicos a recomendam para pacientes com doenças
psíquicas e comportamentais.
Traz benefícios
psíquicos
A meditação torna a mente mais calma e focada, aliviando
estresse, ansiedade e pensamentos negativos. O resultado é uma mente mais limpa
e clara, promovendo paz interior. Dessa forma, fica mais fácil enfrentar os
desafios da vida e até entender a si mesmo, e assim conseguimos ver a vida de
forma mais positiva e otimista. Caso esteja em um tratamento psiquiátrico,
converse com seu médico a respeito da meditação.
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SAÚDE MENTAL E CORPORAL
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO
NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER FUI SURPREENDIDA COM ESTA" MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO" IMERECIDAMENTE RECEBIDA, INDICAÇÃO DA VEREADORA ANA CAROLINA CANABRAVA, INICIATIVA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SETE LAGOAS, O QUE MUITO ME SENSIBILIZOU!
EM RECONHECIMENTO E PARA CONHECIMENTO DOS AMIGOS, SINTO-ME MUITO HONRADA E AGRADECIDA!
OBRIGADA!
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MOÇÃO DESTAQUE HOMENAGEM
11/04/2016
CÂNCER
HOSPITAL KOPKINS
IMPORTANTE DIVULGAÇÃO SOBRE O CÂNCER
O MAL DO SÉCULO
REPRODUÇÃO DO PPS DO AMIGO A.JOÃO SOARES
O MAL DO SÉCULO
REPRODUÇÃO DO PPS DO AMIGO A.JOÃO SOARES
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SAÚDE CÃNCER PREVENÇÃO
09/04/2016
MULHER ORGANIZADA
MULHER ORGANIZADA
Sabe quando erramos? Erramos quando valorizamos mais os de
fora, do que os que são da nossa própria casa.
Erramos quando escrevemos grandes textos de homenagens, ou
planejamos festas para amigos ou apenas conhecidos, e esquecemos de homenagear
todos os dias nossa família.
Sabe quando erramos? Erramos quando colocamos aquela linda
toalha de renda na mesa para as visitas, e para os da nossa casa, é aquela
toalha velha mesmo, aquela manchada de massa de tomate sabe?!
Erramos quando a taça bonita é para as visitas, mas para os
de casa? A xícara trincada.
Erramos quando nos empenhamos tanto em agradar os outros,
mas para fazer um favor pra mãe, é um peso.
Sabe quando erramos? Quando nas rodas de amigos, ou nas
redes sociais exibimos um amor incondicional pela nossa família, mas em casa
nos recusamos a pegar um copo de água pro irmão.
Erramos quando queremos exercer ministérios, quando o nosso
maior ministério que é a família, está desfocado, desdenhado, deixado.
Nosso maior e primeiro ministério a ser exercido é Família.
Se esse ministério não é bem sucedido, nenhum outro será.
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DESVALORIZAÇÃO FAMILIA SOCIEDADE
01/04/2016
CALDOS DA MORTE
Cuidado com a alimentação. Ela deve ser para VIVER e não para morrer
AJS
AJS
O tempero da Morte: Cubos de Veneno em Marcas Famosas.
Com este título parece até uma daquelas teorias malucas de
Conspiração Global, mas de fato não é, pouquíssimas pessoas sabem mas os
temperos artificiais com nome de "caldos" usados na cozinha do
consumidor comum são responsáveis pela incidência crescente de “doenças
silenciosas”. Por isso é de vital importância que as informações contidas neste
artigo alcance o maior número de pessoas possível, estamos a salvar vidas
aqui...
As marcas mais famosas deste "tempero" estão nos
ouvidos e nas bocas de muita gente que não sabia (e talvez ainda não saiba) que
todas as marcas famosas de caldo disponíveis nas prateleiras do mercado, tanto
aqueles em cubos quanto em pó, conhecidos como "realçadores de sabor dos
alimentos" , Todas elas contém glutamato monossódico.
Um componente químico, que está longe de ser inofensivo para
a saúde publica, alem de ser uma droga altamente viciante, é responsável por
causar diversas reações quando ingerida, como: enjoos, alergias da pele,
vômitos, taquicardia, enxaquecas, arritmia cardíaca, tonturas e até depressão.
Usar temperos industrializados todos os dias pode causar
sérios danos a saúde de quem os consome, pois o glutamato pode levar o sistema
endócrino a produzir acetilcolina, substância que além de estimular a função
muscular, reduz a absorção de glicose através dos neurônios.
Ao bloquear as funções neurológicas do hipotálamo, que
ajudam a controlar o apetite, o glutamato nos induz a comer mais de que necessitamos
e com o tempo os danos causados a saúde só tende a aumentar. O resultado pode
ser de obesidade até Alzheimer.
O famoso "gostinho do amor" na comida que persiste
no paladar dias depois de ingerido, demonstra com clareza a força do produto
químico, que é usado em quase todos os pratos desse tipo de cozinha. Cubinhos
de caldos de galinha, carne e legumes "da caixinha" são uma ameaça
sorrateira à saúde de todos.
Um caldinho muito perigoso e ao mesmo tempo bastante
desagradável.
Quer uma solução simples, barata e gostosa?
Congele ervas e temperos naturais imersos em azeite, óleo de
coco ou manteiga em formas de gelo. Podem ser usadas com a mesma praticidade
que os cubos venenosos que a indústria alimentícia química nos induz a comprar
através de propagandas bem elaboradas e que, além de saudáveis, podem ter
sabores totalmente individuais e serem até mesmo mais baratos que os maléficos cubinhos
cheios de química altamente prejudiciais à nossa saúde.
Uma dica simples, fácil, saudável e barata que muitas das
vezes podem trazer inúmeros benefícios para a nossa saúde e podem ser
cultivadas em casa, como por exemplo o Alecrim, que auxilia no controle do
diabetes, combate a obesidade, desintoxica o organismo, melhora a sua memória e
reduz drasticamente as suas chances de sofrer com doenças como: Alzheimer,
infarto e uma infinidade de outras como essas que se tornam cada vez mais
comuns no nosso dia a dia.
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ALERTA ALIMENTAÇÃO CALDOS
17/03/2016
MEDITAÇÃO
Nos dias agitados de hoje, é difícil se deixar levar pela
carga de mau humor e estresse que pode desencadear doenças, a começar pelas
psicológicas, como depressão. O antigo ditado em latim "Mens sana in
corpore sano" ("Mente sã em corpo são") está mais do que certo,
pois a nossa mente nos controla.
É por isso que a meditação tem ganhado cada vez mais
notoriedade. É uma prática ancestral que requer autocontrole, foco e
concentração. Vários pesquisadores e cientistas já comprovaram que a meditação
faz muito bem à saúde, a começar pelos benefícios psicológicos que se estendem
pelo organismo. Algumas escolas no Reino Unido adotaram a prática diária de
meditação para alunos e professores, com resultados comprovados de menos
estresse e mais concentração.
Quer saber o que a meditação pode fazer por você? Vamos
mostrar aqui algumas das maravilhas que esta prática pode trazer para a sua
vida.
Meditação faz bem
para a saúde física e mental
Melhora a memória e o
humor
Lidar com mau humor, tristeza e pensamentos negativos é
muito difícil, principalmente em momentos da vida em que estamos passando por
dificuldades. É por isso que muitos apelam para medicamentos ansiolíticos e
antidepressivos para controlar essas emoções. Porém, já foi comprovado
cientificamente que a prática regular de meditação ajuda a melhorar o humor, e
também fortalece a memória.
Mais foco e menos
pensamentos ruins
Muitas vezes a nossa mente está tão cheia de preocupações
que não conseguimos nos concentrar nas tarefas do dia a dia, seja no trabalho
ou até em atividades corriqueiras do dia a dia. A mente se torna viciada nesse
tipo de pensamento, provocando distrações. A meditação é eficaz para acalmar os
pensamentos. Ao meditar, o cérebro consegue processar os pensamentos mais
devagar, com mais facilidade, ao invés daquele turbilhão de coisas que passam
pela cabeça. A consequência é mais foco para fazer as suas tarefas. Pensamentos
negativos, além de atrapalhar a sua vida, podem desencadear doenças como
depressão, ansiedade e síndrome do pânico.
Aumenta massa
cerebral
Sim, é isso mesmo! Estudos realizados pelas Universidade de
Harvard, Yale e Massachusetts, nos Estados Unidos, afirmaram que a prática
regular de meditação promove benefícios fisiológicos no cérebro, pois foi
verificado que a meditação literalmente reconstrói a massa cinzenta do cérebro,
tornando os tecidos cerebrais mais fortes e espessos.
A massa cinzenta tende a diminuir com o avanço da idade,
portanto a meditação é um ótimo remédio para isso. Vale lembrar que esta parte
do cérebro está associada ao sistema cognitivo e emocional. Portanto, após
práticas regulares de meditação, a atuação do cérebro melhora de forma
significativa. Esses mesmos estudos comprovaram que a massa cinzenta pode se
recuperar em até oito semanas quando se medita!
Reduz a fadiga física
e mental
Como foi dito aqui anteriormente, uma mente sã torna o corpo
são. Muitas vezes a fadiga física começa no cérebro, por causa do excesso de
preocupações e pensamentos. E é aí que entra a meditação. Além de relaxar,
torna a mente mais alerta, pois a meditação faz um tipo de "limpeza"
no cérebro. Foi comprovado que meditar logo de manhã torna a mente mais alerta
e ativa do que tomar uma xícara de café. Por isso, antes do café da manhã,
tente meditar por 10 ou 15 minutos. Você se sentirá mais relaxado, mais calmo
e, o que é melhor, com mais energia para o dia.
Melhora dores físicas
Os benefícios da mente se estendem para o corpo. Estudos
comprovaram que a prática de meditação diminuir dores crônicas em até 50%, pois
em muitos casos as pessoas sente dores psicossomáticas, ou seja, associadas a
doenças psíquicas. Dessa forma, quando a meditação age na mente tornando-a mais
saudável, automaticamente as dores físicas diminuem. A meditação é até aprovada
pela medicina, pois muitos médicos a recomendam para pacientes com doenças
psíquicas e comportamentais.
Traz benefícios
psíquicos
A meditação torna a mente mais calma e focada, aliviando
estresse, ansiedade e pensamentos negativos. O resultado é uma mente mais limpa
e clara, promovendo paz interior. Dessa forma, fica mais fácil enfrentar os
desafios da vida e até entender a si mesmo, e assim conseguimos ver a vida de
forma mais positiva e otimista. Caso esteja em um tratamento psiquiátrico,
converse com seu médico a respeito da meditação.
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MEDITAR REFLETIR TERAPIA
04/03/2016
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