23/03/2011
QUARESMA - Reflexões
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reflexões
20/03/2011
A PERFEIÇÃO
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| A PERFEIÇÃO |
Mulher real
Li, não me lembro onde, ser necessário riscar do dicionário feminino a palavra perfeição.
A educação que recebemos nos idos de 40 a 60, deixou-nos com mania de perfeição.
Estou aprendendo agora a viver, mais livre, sem sentir culpas, e quero dividir esta experiência com vocês, quem sabe posso ajudar outras mulheres!
Aprendi que, no dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites...
inseguranças, limites...
Portanto pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil.
A mania de nos culpar pelas faltas dos filhos, seus erros, nos perguntamos sempre, onde foi que errei, não se martirize, podemos errar também!
Aprendi a assumir meus erros e tirar deles, lições de vida, que vêm me amadurecendo.
Elimine ainda de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni.
Tento ser a mulher real.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E, mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Tento sempre ser melhor mas, sem estresses.
Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
Sejamos felizes, já sorriu hoje?
Sorria...
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dicas- aprendizado
19/03/2011
SER EDUCADO FAZ A DIFERENÇA
No onibus, é educado...
Dar a frente...
Quem vai demorar a descer deve ficar longe da saída. Mas, não vale esperar chegar no ponto e depois sair correndo empurrando todo mundo.
Vá se dirigindo à porta um ou dois pontos antes do seu e evite tumultos.
Dobrar os jornal...
Dobre o jornal pela metade, na vertical, e diminua ao máximo o movimento dos braços. Se o jornal não é seu nada de ler por cima do ombro do dono tá?
Respeitar as preferências...
Conseguiu assentar?
Segure os pacotes das pessoas que estão de pé.
Seja delicado e ceda seu lugar à uma senhora, à um senhor idoso, à um doente, à um portador de necessidades especiais, assim fará a diferença, meu amigo, ou amiga!
Experimente...
Dar a frente...
Quem vai demorar a descer deve ficar longe da saída. Mas, não vale esperar chegar no ponto e depois sair correndo empurrando todo mundo.
Vá se dirigindo à porta um ou dois pontos antes do seu e evite tumultos.
Dobrar os jornal...
Dobre o jornal pela metade, na vertical, e diminua ao máximo o movimento dos braços. Se o jornal não é seu nada de ler por cima do ombro do dono tá?
Respeitar as preferências...
Conseguiu assentar?
Segure os pacotes das pessoas que estão de pé.
Seja delicado e ceda seu lugar à uma senhora, à um senhor idoso, à um doente, à um portador de necessidades especiais, assim fará a diferença, meu amigo, ou amiga!
Experimente...
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comportamento
16/03/2011
SUPERPROTEÇÃO
Pais superprotetores, que oferecem aos filhos mais ajuda do que eles precisam e tendem a resolver todos os seus problemas por eles.
Esse protecionismo pode obedecer a um apego afetivo aos filhos, a um amor mal-entendido, ou à fraca opinião acerca de algum filho, que os pais consideram incapaz de enfrentar situações próprias da sua idade.
A criança superprotegida torna-se excessivamente dependente dos outros: precisa da atenção, aprovação e ajuda quase contínuas das outras pessoas.
Não desenvolve a capacidade de valer-se por si: não sabe iniciar atividades próprias nem lutar por vencer as dificuldades que se lhe apresentam.
Nessas condições, a mentalidade egocêntrica própria da criança prolonga-se pela vida fora e não lhe permite contribuir com nada de valioso para os outros.
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erro na educação-
15/03/2011
DICAS
Campanha publicitária espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana?
Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha /
namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana?
Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha /
namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
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máximas,
sabedoria-
14/03/2011
11/03/2011
TERAPIA EM GRUPO
O que é a terapia comunitária
É a terapia que traz alívio ao sofrimento.A terapia comunitária, é um instrumento reconhecido pelo Ministério da Saúde que permite construir redes sociais solidárias. Atualmente, o Brasil tem 11.500 profissionais atuando em todas as regiões.
A técnica busca estimular a cidadania e restaurar a auto-estima das pessoas. Também favorece a prevenção da saúde e a reinserção social, ao possibilitar a expressão dos sofrimentos que atingem diretamente a saúde dos brasileiros.
Em rodas, os participantes falam de seus problemas e ouvem uns aos outros, mas não podem dar conselhos. O ideal é que a experiência apresentada ajude os próprios indivíduos a achar caminhos alternativos ao sofrimento.
O método não é para doentes, mas para quem vive sob o risco de adoecer. Ele pode ser complementar a um tratamento tradicional, com psicólogo ou psiquiatra. A terapia usa um mediador treinado, que pode ser um profissional de saúde ou de outra área.
Um levantamento realizado sobre o impacto dessa técnica no país apontou que 89% dos participantes tiveram suas demandas atendidas, e não foi necessário encaminhá-los para um especialista.
Dividir sentimentos com os outros ajuda a conter ansiedade, diz médico.
Para saber onde está a rede mais próxima da sua casa, acesse o site da Associação Brasileira de Terapia Comunitária.
http://www.abratecom.org.br/
Noticia veiculada no programa Bem Estar.
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texto - informação
07/03/2011
O CARNAVAL (III) final
BANDEIRA BRANCA
(Max Nunes-Laércio Alves, 1969)
Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz
Saudade mal de amor de amor
saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca eu peço paz
(Max Nunes-Laércio Alves, 1969)
Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz
Saudade mal de amor de amor
saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca eu peço paz
Com a oficialização dos desfiles, a partir de 1935, as escolas passam a receber subsídios da prefeitura, transformando-se, a partir de 1952, em sociedades civis, com regulamento e sede, elegendo periodicamente suas diretorias, inclusive um diretor de bateria, que comanda os instrumentos de percussão, e um diretor de harmonia, responsável pelo entrosamento de canto e orquestra. A escola desfila precedida de um abre-alas (faixa que pede passagem e anuncia o enredo) e da comissão de frente (dez a quinze sambistas, representando simbolicamente a diretoria da escola). A seguir, pastoras (antigas dançarinas dos ranchos), fazendo evoluções; mestre-sala e porta-bandeira; destaques; academia (coro masculino e bateria). O restante divide-se em alas, geralmente com coreografias especiais, e carros alegóricos. Apresentam sempre um tema nacional — lenda ou fato histórico — expresso no samba-enredo, base de todo o desfile.
Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o desfile foi promovido pelo jornal O Globo, saindo vitoriosa novamente a Mangueira. Em 1934, ano em que foi fundada a União Geral das Escolas de Samba, a competição foi realizada no dia 20 de janeiro, em homenagem ao prefeito Pedro Ernesto, e a Mangueira alcançou o tricampeonato.
O interesse em fomentar a competição com atração turística começou em 1935, quando o certame foi apoiado pelo Conselho de Turismo da Prefeitura do então Distrito Federal, obtendo a Portela sua primeira vitória, ainda com o nome de Vai Como Pode. A partir daí, já estabelecido como promoção oficial do carnaval carioca, o desfile foi realizado sem interrupção, exceto nos anos de 1938 e 1952, quando as chuvas impediram a promoção.
Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o desfile foi promovido pelo jornal O Globo, saindo vitoriosa novamente a Mangueira. Em 1934, ano em que foi fundada a União Geral das Escolas de Samba, a competição foi realizada no dia 20 de janeiro, em homenagem ao prefeito Pedro Ernesto, e a Mangueira alcançou o tricampeonato.
O interesse em fomentar a competição com atração turística começou em 1935, quando o certame foi apoiado pelo Conselho de Turismo da Prefeitura do então Distrito Federal, obtendo a Portela sua primeira vitória, ainda com o nome de Vai Como Pode. A partir daí, já estabelecido como promoção oficial do carnaval carioca, o desfile foi realizado sem interrupção, exceto nos anos de 1938 e 1952, quando as chuvas impediram a promoção.
O modelo se estendeu a todas as capitais brasileiras, excetuando-se duas: Salvador da Bahia e o conjunto Recife-Olinda, em Pernambuco.
Carnaval de Pernambuco e Bahia. O carnaval pernambucano, especialmente em Olinda e Recife, é um dos mais animados do país, e essa característica cresceu paralelamente à extinção do carnaval de rua na maior parte das cidades brasileiras, por causa do desfile das escolas de samba. As principais atrações do carnaval pernambucano — cujos bailes também são os mais animados — são, na rua, o frevo, o maracatu, as agremiações de caboclinhos, a imensa participação popular nos blocos (reminiscências modernizadas dos antigos "cordões") e os clubes de frevo. Em Recife e Olinda os foliões cantam e dançam, mesmo sem uniformes ou fantasias, ao som das orquestras e bandas que fazem a festa. Os conjuntos de frevo mais animados são os Vassourinhas, Toureiros, Lenhadores e outros.
Lembrando, pela cadência, os velhos ranchos, os maracatus estão ligados às tradições afro-brasileiras. Já os caboclinhos constituem outro tipo de agremiação folclórica, cujos desfiles são apenas vistos e aplaudidos.
A outra cidade em que a participação popular é costumeira, e onde todos cantam, dançam e brincam é Salvador. Uma invenção surgida na década de 1970 e que, à diferença do frevo, conseguiu contagiar outros estados e cidades, foi o trio elétrico — um caminhão monumental no qual se instalam aparelhos de som, equipados com poderosos alto-falantes que reproduzem continuamente as composições carnavalescas gravadas. Há ainda, como em Recife e Olinda, muitos populares que improvisam fantasias simples mas também adotam a postura galhofeira e vestem os disfarces de cinqüenta ou cem anos atrás. Tudo isto traduz bem o espírito momesco irreverente que impele a multidão à descontração total.
Músicas de carnaval. Durante o império, as músicas cantadas no período carnavalesco, no Brasil, eram árias de operetas, depois lundus, tanguinhos, polcas e até valsas. No início do século XX, predominaram, nas ruas, as cantigas de cordões e ranchos e, nos bailes, chorinhos lentos, polcas-chulas, marchas, fados, polcas-tangos, toadas e canções. Logo após a primeira guerra mundial, os palcos dos teatros-de-revista tornaram-se os lançadores das músicas de carnaval e iniciou-se, então, o domínio das marchinhas, maxixes, marchas-chulas, cateretês e batucadas. E também do samba, que, na era do rádio, entre 1930 e 1960, dividiu os louros com a marchinha, embora às vezes cedesse ao sucesso de um jongo, de uma valsa ou de uma batucada. O samba, nos salões e na rua, era absoluto. Mas desde fins do decênio de 1960, com a consolidação do desfile das escolas de samba, o samba e a marcha mergulharam no ostracismo, trocados pelo samba-enredo das escolas de samba.
Carnaval
Lembrando, pela cadência, os velhos ranchos, os maracatus estão ligados às tradições afro-brasileiras. Já os caboclinhos constituem outro tipo de agremiação folclórica, cujos desfiles são apenas vistos e aplaudidos.
A outra cidade em que a participação popular é costumeira, e onde todos cantam, dançam e brincam é Salvador. Uma invenção surgida na década de 1970 e que, à diferença do frevo, conseguiu contagiar outros estados e cidades, foi o trio elétrico — um caminhão monumental no qual se instalam aparelhos de som, equipados com poderosos alto-falantes que reproduzem continuamente as composições carnavalescas gravadas. Há ainda, como em Recife e Olinda, muitos populares que improvisam fantasias simples mas também adotam a postura galhofeira e vestem os disfarces de cinqüenta ou cem anos atrás. Tudo isto traduz bem o espírito momesco irreverente que impele a multidão à descontração total.
Músicas de carnaval. Durante o império, as músicas cantadas no período carnavalesco, no Brasil, eram árias de operetas, depois lundus, tanguinhos, polcas e até valsas. No início do século XX, predominaram, nas ruas, as cantigas de cordões e ranchos e, nos bailes, chorinhos lentos, polcas-chulas, marchas, fados, polcas-tangos, toadas e canções. Logo após a primeira guerra mundial, os palcos dos teatros-de-revista tornaram-se os lançadores das músicas de carnaval e iniciou-se, então, o domínio das marchinhas, maxixes, marchas-chulas, cateretês e batucadas. E também do samba, que, na era do rádio, entre 1930 e 1960, dividiu os louros com a marchinha, embora às vezes cedesse ao sucesso de um jongo, de uma valsa ou de uma batucada. O samba, nos salões e na rua, era absoluto. Mas desde fins do decênio de 1960, com a consolidação do desfile das escolas de samba, o samba e a marcha mergulharam no ostracismo, trocados pelo samba-enredo das escolas de samba.
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O CARNAVAL (II)
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| REMINISCÊNCIAS |
Em 1935, o Cordão dos Laranjas construiu um salão, em forma de navio, que "atracou" na Esplanada do Castelo, e ali se realizariam alguns dos mais alegres bailes de três ou quatro carnavais. E enquanto o Municipal iniciava concursos de fantasias de luxo (a princípio só femininas, e, depois dos anos 50, masculinas), os bailes que atraíam multidões eram os do Botafogo, Fluminense, Flamengo, Vasco da Gama, América. Bem familiares em suas primeiras versões, reunindo a sociedade abastada em trajes de gala, foram-se tornando cada vez menos bailes de fantasia. Já não se conseguia dançar, apenas pular, e à casaca e ao smoking juntavam-se o traje-esporte e o mulherio semidespido. E existiam os bailes gremiais como o das Atrizes, o Vermelho e Negro, o dos Pierrôs etc.
Nos bailes, as danças variavam, de polca, lundu e tanguinho a sambas, marchinhas, frevos, jongos e cateretês, com todos os participantes cantando, pulando e "fazendo cordão". Já nos banhos de mar à fantasia, porém, os foliões cantavam a plenos pulmões as músicas de sua preferência e também aquelas que eram divulgadas por discos e nos coretos municipais animados por bandas de música.
Os banhos de mar à fantasia criaram hábito no intervalo entre a primeira e a segunda Guerra Mundial. Os blocos e foliões trajavam fantasias de papel crepom e, após desfilarem nas praias, caíam na água, tingindo-a por horas, pois as fantasias de papel desbotavam fortemente. Havia, é claro, outro traje de banho, normal, sob aqueles carnavalescos e efêmeros.
Batalha de confete e corsos. O confete, a serpentina e o lança-perfume — os três elementos que, entre o início do século e a década de 1950 animaram o carnaval brasileiro de salão — também cooperaram para o maior êxito dos corsos que deram vida ao carnaval de rua. E neste, as batalhas de confete constituíam o momento culminante. A moda do corso, iniciada timidamente logo após a chegada dos primeiros automóveis, atingiria seus momentos de glória entre 1928 e a década de 1940. Consistia o corso numa passeata carnavalesca de carros de passeio conversíveis, de capota arriada, enfeitados de panos coloridos e bandeirolas, conduzindo famílias ou grupos de foliões que se sentavam não só nos assentos mas também sobre a capota arriada, sobretudo as moças fantasiadas de saias bem curtas, cantando ou jogando serpentinas e confetes nos pedestres, que se amontoavam nas beiras das calçadas para vê-las passar.
Essa gente motorizada brincava também com os ocupantes dos carros vizinhos e, por vezes, com os veículos rodando lentamente, emendavam o cortejo atirando montes de confete e milhares de metros de serpentina que enlaçavam os carros e se acumulavam no asfalto das avenidas a cada noite. O lança-perfume também era usado em profusão, enquanto a confraternização com os pedestres se ampliava não só através dos jatos de lança-perfume — o que abria caminho para conhecimentos mais íntimos, namoricos etc. — como também de caronas momentâneas na disputa de músicas entoadas por uns e por outros. Cada cidade possuía seu local de corso, e o do Rio de Janeiro ocorria, principalmente, na avenida Rio Branco (antiga avenida Central), mas a certa altura, em vários carnavais o corso se prolongava à avenida Beira-Mar, atingindo o Flamengo e Botafogo até o Pavilhão Mourisco, no final da praia.
Nos bailes, as danças variavam, de polca, lundu e tanguinho a sambas, marchinhas, frevos, jongos e cateretês, com todos os participantes cantando, pulando e "fazendo cordão". Já nos banhos de mar à fantasia, porém, os foliões cantavam a plenos pulmões as músicas de sua preferência e também aquelas que eram divulgadas por discos e nos coretos municipais animados por bandas de música.
Os banhos de mar à fantasia criaram hábito no intervalo entre a primeira e a segunda Guerra Mundial. Os blocos e foliões trajavam fantasias de papel crepom e, após desfilarem nas praias, caíam na água, tingindo-a por horas, pois as fantasias de papel desbotavam fortemente. Havia, é claro, outro traje de banho, normal, sob aqueles carnavalescos e efêmeros.
Batalha de confete e corsos. O confete, a serpentina e o lança-perfume — os três elementos que, entre o início do século e a década de 1950 animaram o carnaval brasileiro de salão — também cooperaram para o maior êxito dos corsos que deram vida ao carnaval de rua. E neste, as batalhas de confete constituíam o momento culminante. A moda do corso, iniciada timidamente logo após a chegada dos primeiros automóveis, atingiria seus momentos de glória entre 1928 e a década de 1940. Consistia o corso numa passeata carnavalesca de carros de passeio conversíveis, de capota arriada, enfeitados de panos coloridos e bandeirolas, conduzindo famílias ou grupos de foliões que se sentavam não só nos assentos mas também sobre a capota arriada, sobretudo as moças fantasiadas de saias bem curtas, cantando ou jogando serpentinas e confetes nos pedestres, que se amontoavam nas beiras das calçadas para vê-las passar.
Essa gente motorizada brincava também com os ocupantes dos carros vizinhos e, por vezes, com os veículos rodando lentamente, emendavam o cortejo atirando montes de confete e milhares de metros de serpentina que enlaçavam os carros e se acumulavam no asfalto das avenidas a cada noite. O lança-perfume também era usado em profusão, enquanto a confraternização com os pedestres se ampliava não só através dos jatos de lança-perfume — o que abria caminho para conhecimentos mais íntimos, namoricos etc. — como também de caronas momentâneas na disputa de músicas entoadas por uns e por outros. Cada cidade possuía seu local de corso, e o do Rio de Janeiro ocorria, principalmente, na avenida Rio Branco (antiga avenida Central), mas a certa altura, em vários carnavais o corso se prolongava à avenida Beira-Mar, atingindo o Flamengo e Botafogo até o Pavilhão Mourisco, no final da praia.
Quase conseqüência do corso — que desapareceu com o advento das limusines e carros fechados — as batalhas de confete ocorriam em locais determinados que possuíssem torcidas bairristas organizadas ou blocos fortes para desenvolver a disputa — uma competição de canto, dança na rua e corso (nem sempre). Nas semanas ou meses que antecediam o tríduo de Momo, essas torcidas ou blocos organizavam as festas em que se gastavam quilos de confete e serpentina, litros de lança-perfume, e em que se dava a disputa entre as preferidas de cada agremiação. Tais batalhas se prolongavam, às vezes, até o amanhecer, algumas superando a empolgação dos dias de carnaval "legítimo". Pois ali se exibiam os blocos, os ranchos e os foliões avulsos.
Blocos, ranchos, grandes sociedades. No carnaval de rua era comum o "trote" e os blocos de sujos. O encontro de blocos resultava, às vezes, em batalhas campais de sopapos. Nos desfiles, entre os anos 1919 e 1939, destacavam-se os tradicionais ranchos, que desfilavam às segundas-feiras. Havia ainda as grandes sociedades, com seus carros alegóricos, repletos de mulheres bonitas, alegorias mitológicas, históricas e cívicas; carros de crítica política encerravam, no fim da noite de terça-feira gorda, os festejos. Tais agremiações se chamavam Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna, Clube dos Democráticos, Fenianos, Congresso dos Fenianos, Clube dos Embaixadores etc.
A grande concentração popular se fazia na avenida Rio Branco, da Cinelândia até a rua do Ouvidor. A classe média alta preferia as imediações do Jóquei Clube, entre a avenida Almirante Barroso e a rua Araújo Porto Alegre. Alguns levavam seus próprios assentos, cadeiras e banquinhos, mais tarde substituídos por palanques e arquibancadas montados pela prefeitura. A segunda-feira era célebre não só pelo desfile de ranchos — que usavam fogos de artifícios coloridos –, mas também porque os freqüentadores do baile do Municipal eram observados pelo populacho, que ia admirar-lhes as fantasias. A Galeria Cruzeiro, hoje edifício Av. Central, era o ponto focal do trecho entre a rua São José e a avenida Almirante Barroso, a área de maior animação dos carnavalescos tradicionais, que cantavam e dançavam ao som das músicas lançadas nos palcos dos teatros de revista e nas emissoras de rádio.
pesquisa internet
Blocos, ranchos, grandes sociedades. No carnaval de rua era comum o "trote" e os blocos de sujos. O encontro de blocos resultava, às vezes, em batalhas campais de sopapos. Nos desfiles, entre os anos 1919 e 1939, destacavam-se os tradicionais ranchos, que desfilavam às segundas-feiras. Havia ainda as grandes sociedades, com seus carros alegóricos, repletos de mulheres bonitas, alegorias mitológicas, históricas e cívicas; carros de crítica política encerravam, no fim da noite de terça-feira gorda, os festejos. Tais agremiações se chamavam Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna, Clube dos Democráticos, Fenianos, Congresso dos Fenianos, Clube dos Embaixadores etc.
A grande concentração popular se fazia na avenida Rio Branco, da Cinelândia até a rua do Ouvidor. A classe média alta preferia as imediações do Jóquei Clube, entre a avenida Almirante Barroso e a rua Araújo Porto Alegre. Alguns levavam seus próprios assentos, cadeiras e banquinhos, mais tarde substituídos por palanques e arquibancadas montados pela prefeitura. A segunda-feira era célebre não só pelo desfile de ranchos — que usavam fogos de artifícios coloridos –, mas também porque os freqüentadores do baile do Municipal eram observados pelo populacho, que ia admirar-lhes as fantasias. A Galeria Cruzeiro, hoje edifício Av. Central, era o ponto focal do trecho entre a rua São José e a avenida Almirante Barroso, a área de maior animação dos carnavalescos tradicionais, que cantavam e dançavam ao som das músicas lançadas nos palcos dos teatros de revista e nas emissoras de rádio.
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06/03/2011
HISTÓRIA DO CARNAVAL (01)

Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional.
Carnaval no Brasil. Nem um décimo do povo participa hoje ativamente do carnaval— ao contrário do que ocorria em sua época de ouro, do fim do século XIX até a década de 1950. Entretanto, o carnaval brasileiro ainda é considerado um dos melhores do mundo, seja pelos turistas estrangeiros como por boa parte dos brasileiros, principalmente o público jovem que não alcançou a glória do carnaval verdadeiramente popular. Como declarou Luís da Câmara Cascudo, etnólogo, musicólogo e folclorista, "o carnaval de hoje é de desfile, carnaval assistido, paga-se para ver. O carnaval, digamos, de 1922 era compartilhado, dançado, pulado, gritado, catucado. Agora não é mais assim, é para ser visto".
Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional.
O entrudo, importado dos Açores, foi o precursor das festas de carnaval, trazido pelo colonizador português. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, mas também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos ambos de cera), pó de cal (uma brutalidade, que poderia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Esta estupidez, porém, era tolerada pelo imperador Pedro II e foi praticada com entusiasmo, na Quinta da Boa Vista e em seus jardins, pela chamada nobreza... E foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa.
Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional.
O entrudo, importado dos Açores, foi o precursor das festas de carnaval, trazido pelo colonizador português. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, mas também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos ambos de cera), pó de cal (uma brutalidade, que poderia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Esta estupidez, porém, era tolerada pelo imperador Pedro II e foi praticada com entusiasmo, na Quinta da Boa Vista e em seus jardins, pela chamada nobreza... E foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa.
Em todo o Brasil, mas sobretudo no Rio de Janeiro, havia o costume de se prestar homenagem galhofeira a notórios tipos populares de cada cidade ou vila do país durante os festejos de Momo. O mais famoso tipo carioca foi um sapateiro português, chamado José Nogueira de Azevedo Paredes. Segundo o historiador Vieira Fazenda, foi ele o introdutor, em 1846, do hábito de animar a folia ao som de zabumbas e tambores, em passeatas pelas ruas, como se fazia em sua terra. O Zé-pereira cresceu de fama no fim do século XIX, quando o ator Vasques elogiou a barulhada encenando a comédia carnavalesca "O Zé-Pereira", na qual propagava os versos que o zabumba cantava anualmente: E viva o Zé-Pereira/Pois que a ninguém faz mal./Viva a pagodeira/dos dias de Carnaval! A peça não passava de uma paródia de Les Pompiers de Nanterre, encenada em 1896. No início do século XX, por volta da segunda década, a percussão
do zé-pereira cedeu a vez a outros instrumentos como o pandeiro, o tamborim, o reco-reco, a cuíca, o triângulo e as "frigideiras".
As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas de disfarce, ou as fantasias que embelezaram rapazes e moças, foram aos poucos sendo reduzidas ao mais sumário possível, em nome da liberdade de movimentos e da fuga à insolação do período mais quente do ano.
As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas de disfarce, ou as fantasias que embelezaram rapazes e moças, foram aos poucos sendo reduzidas ao mais sumário possível, em nome da liberdade de movimentos e da fuga à insolação do período mais quente do ano.
E foram desaparecendo os disfarces mais famosos do tempo do império e início da república, como a caveira, o velho, o burro (com orelhões e tudo), o doutor, o morcego, diabinho e diabão, o pai João, a morte, o príncipe, o mandarim, o rajá, o marajá. E também fantasias clássicas da "commedia dell’arte italiana", como dominó, pierrô, arlequim e colombina — de largo emprego entre foliões e que já não tinham razão de ser, depois que a polícia proibiu o uso de máscaras nos salões e nas ruas... Aliás, desde 1685 as máscaras ora eram proibidas, ora liberadas. E a proibição era séria, bastando dizer que as penas, já no século XVII, eram rigorosíssimas: um proclama do governador Duarte Teixeira Chaves mandava que negros e mulatos mascarados fossem chicoteados em praça pública, e brancos mascarados fossem degredados para a Colônia do Sacramento...
Mas, na década de 1930, muitas daquelas fantasias ainda eram utilizadas, inclusive com máscaras. Entre elas estavam as de apache, gigolô, gigolete, malandro (camiseta de listras horizontais, calça branca, chapéu de palhinha, lenço vermelho no pescoço), dama antiga, espanhola, camponesa, palhaço, tirolesa, havaiana, baiana.
Aos poucos, os homens foram preferindo a calça branca e a camisa-esporte, até chegar à bermuda e ao busto nu, mas isso só depois da década de 1950; as mulheres passaram às fantasias mais leves, atingindo, depois, o maiô de duas peças e alguns colares de enfeite, logo o biquíni, o busto descoberto etc.
Mas, na década de 1930, muitas daquelas fantasias ainda eram utilizadas, inclusive com máscaras. Entre elas estavam as de apache, gigolô, gigolete, malandro (camiseta de listras horizontais, calça branca, chapéu de palhinha, lenço vermelho no pescoço), dama antiga, espanhola, camponesa, palhaço, tirolesa, havaiana, baiana.
Aos poucos, os homens foram preferindo a calça branca e a camisa-esporte, até chegar à bermuda e ao busto nu, mas isso só depois da década de 1950; as mulheres passaram às fantasias mais leves, atingindo, depois, o maiô de duas peças e alguns colares de enfeite, logo o biquíni, o busto descoberto etc.
Texto da internet
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- carnaval- sua história
04/03/2011
DENISE
Sou muito feliz, tenho vários e bons amigos e amigas, todos de grande valor e estima pra mim!
Dentre eles, destaco hoje, a Maria Auxiliadora, uma grande mulher empreendedora, e poetiza.
É dela este post, uma homenagem à Denise, sua filha.
Dentre eles, destaco hoje, a Maria Auxiliadora, uma grande mulher empreendedora, e poetiza.
É dela este post, uma homenagem à Denise, sua filha.
Para Denise
Minha boneca adorada,
assim te vendo crescer,
sinto-me recompensada,
valeu a pena viver.
Tão pequenina chegaste
e logo com teu sorriso,
a todos nós dominaste,
tornaste um lar paraiso.
Minha pequena mimosa,
vá crescendo devagar!
bondade amor e carinho
estejam em sua meta.
Faze do viver, jardim,
planta e semente do bem,
pois tu colherás, enfim,
as flores que a vida tem.
M. A. Matos de melo
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poesia
02/03/2011
CACHORRO E GOLFINHO
Se um golfinho e um cachorro podem ser amigos, porque nós não podemos?
De "Zeus e Roxanne" o filme (1997).
"Song of the Seas" por Vangelis: Música
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vídeo- amizade entre os bichos
BRAQUITERAPIA
Câncer de Próstata
Sempre levei uma vida saudável, sem vícios, praticando esportes e controlando a alimentação - muita salada, frutas, verduras, evitando frituras, gorduras, embutidos, conservantes, refrigerantes etc.
O relato que segue visa esclarecer e orientar sobre o Procedimento BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS para o tratamento efetivo do Câncer de Próstata.
A partir dos 50 anos de idade, durante a realização anual dos exames periódicos, também devemos medir o índice de PSA, realizar a Ultrassonografia abdominal total e consultar o Urologista, onde ocorre o toque retal.
Todos os meus exames de ultrassonografia e toque sempre tiveram resultados normais, embora os valores dos últimos PSA foram um pouco elevados, a saber: 29/07/2008: 2,87 e 13/08/2009: 3,62.
A partir deste último índice, fui ainda mais rigoroso com a alimentação, julgando que reduziria o índice do PSA ao consumir bastante tomate, beterraba, grãos, enfim tudo que diziam ser bom para a próstata.
Infelizmente os conseguintes exames de PSA que realizei nos dias 23/10/2009: 3,40 e no dia 08/02/2010: 3,56 não foram muito otimistas, embora ainda posicionados dentro da faixa tolerável informada pelos laboratórios que é de 4,00.
Levei os resultados ao urologista no Rio de Janeiro, que me examinou e embora constatando que a próstata estava normal, solicitou uma biópsia.
E no dia 13 de julho de 2010 o médico urologista do RJ, com base no resultado da biópsia, me informou que eu tinha CÂNCER DE PRÓSTATA e que devia me submeter à cirurgia o mais breve possível - dentro de um mês.
E na cirurgia, não teria como preservar os feixes vásculos nervosos, IMPOSSIBILITANDO DEFINITIVAMENTE A EREÇÃO, DE FORMA IRREVERSÍVEL, e que TALVEZ, com o tempo, A INCONTINÊNCIA URINÁRIA PODERIA DEIXAR DE OCORRER.
Enquanto falava, ele prescrevia e me passava diversas receitas de exames pré-operatórios.
Neste momento perdi totalmente o prumo. Estava em um local distante de casa, longe da família e sem saber o que fazer e/ou pra onde ir. Depois de tanta dedicação ao trabalho e próximo do momento de curtir a merecida aposentadoria, surge uma doença deste nível para mudar totalmente nossos planos.
Com minha família distante, foi no meu gerente que obtive o primeiro amparo, naquele dia mesmo, sucedido pelos demais colegas de trabalho, inclusive alguns lotados em órgãos de Santa Catarina.
O apoio da minha família, especialmente minha mulher e meus filhos foram fundamentais, mas foi na crença do poder de Deus que dia após dia, obtinha persistência para transpor os obstáculos que surgiam.
Os demais exames atestaram que o "problema" estava ainda na sua fase inicial e localizado, já que a descoberta foi precoce.
Assim, durante as várias consultas realizadas, com Urologistas do Rio de Janeiro, Paraná e de Santa Catarina, descobrimos que a garantia de cura era de 100% pelos vários métodos convencionais, onde a próstata é inteiramente extirpada, seja na Cirurgia Radical; com Vídeo, ou Robótica.
Entretanto, nenhuma delas assegurava e/ou garantia a não ocorrência de seqüelas, especialmente a Perda de Ereção e a Incontinência Urinária.
Então faltava aquele porto seguro! Onde ir? Quem é o papa do assunto? Qual a melhor técnica que alem de garantir 100% de cura, não deixaria seqüelas irreversíveis?
Foi quando soube de um colega em São Francisco do Sul-SC que teria a pouco mais de 2 anos, se submetido à BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS, com quem conversei logo que possível, por telefone e que estava muito bem, sem qualquer tipo de seqüelas.
Neste momento, convencido que se tratava de uma técnica eficiente e menos invasiva, decidi me submeter a este tipo de procedimento.
Devidamente orientado pelo colega e amigo Dr. Emano Guimarães Neto, busquei os recursos de última geração do Hospital A.C.Camargo em São Paulo-SP, na pessoa do Dr. Antonio Cássio Assis Pellizzon - Chefe do Serviço de Braquiterapia do Hospital desde o ano de 1997 e introdutor da Técnica de Braquiterapia de Alta Taxa de Dose para tumores da próstata no Brasil.
A BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS consiste no implante de sementes de iodo na próstata, visando à destruição das células doentes. O implante não requer incisão cirúrgica, apenas anestesia da cintura para baixo, quando agulhas finas transportadoras das sementes, são introduzidas na próstata através do períneo (espaço entre o ânus e a bolsa escrotal). Ao atravessarem a próstata, essas agulhas se tornam visíveis ao exame de ultrassom transretal. O nº de agulhas e sementes requeridas varia de acordo com o tamanho da próstata. O procedimento tem duração de 1 a 2 horas e é feito no Centro Cirúrgico do setor de Radioterapia do próprio Hospital.
As sementes radioativas usadas na braquiterapia da próstata emitem radiação em dose elevada e confinada somente à próstata permitindo poupar os tecidos circunvizinhos sadios, como o reto e a bexiga. As sementes são do tamanho de um grão de arroz e uma vez colocadas não precisam ser retiradas.
Este procedimento tem cobertura pela AMS da PETROBRAS, sob código 96.01.110.6 e SÓ PODE SER REALIZADO NO ESTÁGIO INICIAL DA DOENÇA.
Depois de algumas idas e vindas, minha internação no Hospital A.C.Camargo ocorreu no dia 14/09/2010, o procedimento foi realizado na manhã do dia seguinte, pelo próprio Dr. Cássio, e minha alta, já sem sonda, urinando normalmente e sem qualquer tipo de seqüelas ocorreu no dia 16/09/2010.
A PETROBRAS nos deu todo o apoio, através da Assistência Social e do Setor Médico, tanto do Rio de Janeiro como de Santa Catarina, bem como pelas próprias Gerências do LAQSMS e da IEGA.
Retornei ao trabalho já no dia 27/09/2010, menos de 2 semanas após o procedimento. Minha recuperação está sendo excelente!
Finalizo este depoimento com a expectativa de ter esclarecido sobre um novo método de cura para uma doença que nos preocupa, e de ter despertado um pouco mais, para os cuidados com a manutenção da nossa saúde, inclusive realizando todos os exames recomendados, dentre eles os índices de PSA e toque retal, de forma a se diagnosticar precocemente eventuais doenças, viabilizando assim, a sua cura, sem sequelas.
Grande abraço, com Deus!
Esta mensagem tem classificação de natureza Pública, ou seja, pode ser retransmitida, sem ressalvas; e se caso houver alguma dúvida e/ou necessidade de mais esclarecimentos, não se acanhe em me contatar.
Paulo da Luz
Técnico de Segurança Sênior
Matrícula 770.115-1
Rota 817-6212
Externo 21 3212-6212
Celular 21 7565-5983
Por favor, leia com atenção e repasse este depoimento, vale como conhecimento geral.
Prezados
Meu nome é Paulo da Luz, tenho 55 anos de idade, sou Técnico de Segurança Sênior, lotado na PETROBRAS/ENGENHARIA/IEGA/LAQSMS, morando em Balneário Camboriu/SC e trabalhando no Rio de Janeiro/RJ. Prezados
Sempre levei uma vida saudável, sem vícios, praticando esportes e controlando a alimentação - muita salada, frutas, verduras, evitando frituras, gorduras, embutidos, conservantes, refrigerantes etc.
O relato que segue visa esclarecer e orientar sobre o Procedimento BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS para o tratamento efetivo do Câncer de Próstata.
A partir dos 50 anos de idade, durante a realização anual dos exames periódicos, também devemos medir o índice de PSA, realizar a Ultrassonografia abdominal total e consultar o Urologista, onde ocorre o toque retal.
Todos os meus exames de ultrassonografia e toque sempre tiveram resultados normais, embora os valores dos últimos PSA foram um pouco elevados, a saber: 29/07/2008: 2,87 e 13/08/2009: 3,62.
A partir deste último índice, fui ainda mais rigoroso com a alimentação, julgando que reduziria o índice do PSA ao consumir bastante tomate, beterraba, grãos, enfim tudo que diziam ser bom para a próstata.
Infelizmente os conseguintes exames de PSA que realizei nos dias 23/10/2009: 3,40 e no dia 08/02/2010: 3,56 não foram muito otimistas, embora ainda posicionados dentro da faixa tolerável informada pelos laboratórios que é de 4,00.
Levei os resultados ao urologista no Rio de Janeiro, que me examinou e embora constatando que a próstata estava normal, solicitou uma biópsia.
E no dia 13 de julho de 2010 o médico urologista do RJ, com base no resultado da biópsia, me informou que eu tinha CÂNCER DE PRÓSTATA e que devia me submeter à cirurgia o mais breve possível - dentro de um mês.
E na cirurgia, não teria como preservar os feixes vásculos nervosos, IMPOSSIBILITANDO DEFINITIVAMENTE A EREÇÃO, DE FORMA IRREVERSÍVEL, e que TALVEZ, com o tempo, A INCONTINÊNCIA URINÁRIA PODERIA DEIXAR DE OCORRER.
Enquanto falava, ele prescrevia e me passava diversas receitas de exames pré-operatórios.
Neste momento perdi totalmente o prumo. Estava em um local distante de casa, longe da família e sem saber o que fazer e/ou pra onde ir. Depois de tanta dedicação ao trabalho e próximo do momento de curtir a merecida aposentadoria, surge uma doença deste nível para mudar totalmente nossos planos.
Com minha família distante, foi no meu gerente que obtive o primeiro amparo, naquele dia mesmo, sucedido pelos demais colegas de trabalho, inclusive alguns lotados em órgãos de Santa Catarina.
O apoio da minha família, especialmente minha mulher e meus filhos foram fundamentais, mas foi na crença do poder de Deus que dia após dia, obtinha persistência para transpor os obstáculos que surgiam.
Os demais exames atestaram que o "problema" estava ainda na sua fase inicial e localizado, já que a descoberta foi precoce.
Assim, durante as várias consultas realizadas, com Urologistas do Rio de Janeiro, Paraná e de Santa Catarina, descobrimos que a garantia de cura era de 100% pelos vários métodos convencionais, onde a próstata é inteiramente extirpada, seja na Cirurgia Radical; com Vídeo, ou Robótica.
Entretanto, nenhuma delas assegurava e/ou garantia a não ocorrência de seqüelas, especialmente a Perda de Ereção e a Incontinência Urinária.
Então faltava aquele porto seguro! Onde ir? Quem é o papa do assunto? Qual a melhor técnica que alem de garantir 100% de cura, não deixaria seqüelas irreversíveis?
Foi quando soube de um colega em São Francisco do Sul-SC que teria a pouco mais de 2 anos, se submetido à BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS, com quem conversei logo que possível, por telefone e que estava muito bem, sem qualquer tipo de seqüelas.
Neste momento, convencido que se tratava de uma técnica eficiente e menos invasiva, decidi me submeter a este tipo de procedimento.
Devidamente orientado pelo colega e amigo Dr. Emano Guimarães Neto, busquei os recursos de última geração do Hospital A.C.Camargo em São Paulo-SP, na pessoa do Dr. Antonio Cássio Assis Pellizzon - Chefe do Serviço de Braquiterapia do Hospital desde o ano de 1997 e introdutor da Técnica de Braquiterapia de Alta Taxa de Dose para tumores da próstata no Brasil.
A BRAQUITERAPIA DE PRÓSTATA COM IMPLANTE DE SEMENTES RADIOATIVAS consiste no implante de sementes de iodo na próstata, visando à destruição das células doentes. O implante não requer incisão cirúrgica, apenas anestesia da cintura para baixo, quando agulhas finas transportadoras das sementes, são introduzidas na próstata através do períneo (espaço entre o ânus e a bolsa escrotal). Ao atravessarem a próstata, essas agulhas se tornam visíveis ao exame de ultrassom transretal. O nº de agulhas e sementes requeridas varia de acordo com o tamanho da próstata. O procedimento tem duração de 1 a 2 horas e é feito no Centro Cirúrgico do setor de Radioterapia do próprio Hospital.
As sementes radioativas usadas na braquiterapia da próstata emitem radiação em dose elevada e confinada somente à próstata permitindo poupar os tecidos circunvizinhos sadios, como o reto e a bexiga. As sementes são do tamanho de um grão de arroz e uma vez colocadas não precisam ser retiradas.
Este procedimento tem cobertura pela AMS da PETROBRAS, sob código 96.01.110.6 e SÓ PODE SER REALIZADO NO ESTÁGIO INICIAL DA DOENÇA.
Depois de algumas idas e vindas, minha internação no Hospital A.C.Camargo ocorreu no dia 14/09/2010, o procedimento foi realizado na manhã do dia seguinte, pelo próprio Dr. Cássio, e minha alta, já sem sonda, urinando normalmente e sem qualquer tipo de seqüelas ocorreu no dia 16/09/2010.
A PETROBRAS nos deu todo o apoio, através da Assistência Social e do Setor Médico, tanto do Rio de Janeiro como de Santa Catarina, bem como pelas próprias Gerências do LAQSMS e da IEGA.
Retornei ao trabalho já no dia 27/09/2010, menos de 2 semanas após o procedimento. Minha recuperação está sendo excelente!
Finalizo este depoimento com a expectativa de ter esclarecido sobre um novo método de cura para uma doença que nos preocupa, e de ter despertado um pouco mais, para os cuidados com a manutenção da nossa saúde, inclusive realizando todos os exames recomendados, dentre eles os índices de PSA e toque retal, de forma a se diagnosticar precocemente eventuais doenças, viabilizando assim, a sua cura, sem sequelas.
Grande abraço, com Deus!
Esta mensagem tem classificação de natureza Pública, ou seja, pode ser retransmitida, sem ressalvas; e se caso houver alguma dúvida e/ou necessidade de mais esclarecimentos, não se acanhe em me contatar.
Paulo da Luz
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Matrícula 770.115-1
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01/03/2011
DESENHO, AQUARELA DO BRASIL
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Desenho de 1950 - fantástico...Vamos voltar a infância, maravilhoso.!!!!!!!!!!!!!!!
--------Atendendo a uma solicitação do governo americano que visava uma politica de aproximação com o Brasil, Walt Disney fez esse e outros desenhos animados. Era época do final da Segunda Guerra Mundial, e o governo americano temia que o Brasil se tornasse um pais comunista.
Essa maravilha foi criada nos anos 50, inteiramente á mão,
sem computadores, efeitos digitais ou recursos mágicos
do cinema de hoje.
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