28/09/2010

SETE LAGOAS

LICOR DE PEQUI

           

Os licores podem ser os tintos (amarelado) e os alvos (branco transparente), o primeiro produzido com a pólpa amarelada, e o segundo pela infusão (maceração) em longo período de castanhas brancas. Ambos são elaborados pela imersão em álcool de cereais (ou aguardente de boa procedência), por longo período.     Ingredientes:
-1 litro (20) pequis
-1 Garrafa de boa cachaça ou alcool de cereais
-1kg açúcar
-Água
Modo de Preparo:
Colocar as sementes do pequi, descascadas limpas e maduras, junto com a aguardente de boa qualidade, num recipiente grande, um pote de boca larga,por 30 a 40 dias,  até que a cachaça ou alcool de cereais fique da cor dos pequis. Feche bem o recipiente e mantenha em lugar arejado e com luz. Após este período, colocar os pequis que estiveram no pote, a cozinhar na água por uns 30 minutos. Retire- os e coloque o açucar, faça a calda, apure bem o ponto, deixe a calda esfriar e acrescente a aguardente ou alcool anteriormente, preparado  e ja com o sabor do pequi. Misture bem, coloque numa linda garrafa e guarde na geladeira.
Servir geladinho aos seus convidados, eles vão gostar!

Sirva acompanhado de comidas leve pois é uma bebida afrodisíaca.

Não abra em momento algum o recipiente durante aquarentena

RECEITA - DOCE DE LEITE COM PEQUI



"Doce cremoso de Pequi"


Ingredientes:- 1 litro de caroços de pequi
- 2 litros de leite fervido
- Meio quilo de açúcar
- CAnela em pau

-1 pitada de sal


                                      Modo de fazer:
Lavar bem os caroços e cozinhá-los.
Retirar do fogo e deixar escorrer em peneira.
Retirar a polpa com faca ou colher.
Bater no liquidificador com parte do leite. 
Em uma panela junte o restante do leite, o açucar, a canela e uma pitada de sal, colocar a canela e levar ao fogo até apurar o doce.
Se necessário, acrescentar mais leite.
É uma delícia!

26/09/2010

IPÊS DO BRASIL




Contrariando a natureza, as flores do ipê desabrocham em dias secos e cinzentos de inverno. E é assim, antes mesmo do surgimento da nova folhagem, que elas anunciam a proximidade da Primavera.
Encontrado em todas as regiões do Brasil, o ipê sempre chamou a atenção de poetas, escritores e até de políticos. Em 1961, o então presidente Jânio Quadros declarou o pau-brasil a Árvore Nacional e o ipê-amarelo, da espécie Tabebuia vellosoi, a Flor Nacional.
Conhecidos por sua beleza e pela resistência e durabilidade de sua madeira, os ipês foram muito usados na construção de telhados de igrejas dos séculos XVII e XVIII. Se não fosse por eles, muitas teriam se perdido com o tempo. Até hoje a madeira do ipê é muito valorizada, sendo bastante utilizada na construção civil e naval.
Árvore de casca grossa
Ipê é uma palavra de origem tupi, que significa árvore cascuda, e é o nome popular usado para designar um grupo de nove ou dez espécies de árvores com características semelhantes de flores brancas, amarelas, rosas, roxas ou lilás. Os ipês ocorrem principalmente em florestas tropicais, mas também aparecem no cerrado e na caatinga.
Outros usos do ipê
Apesar de sofrer intensa perseguição por parte de madeireiros, o ipê ainda sobrevive graças ao cultivo para fins decorativos. Pelo seu menor porte (alguns ficam entre 10 a 20 metros), os ipês-amarelos são os mais usados na arborização das cidades, proporcionando um bonito contraste, principalmente quando suas flores amarelas caem sobre o asfalto. Encontrar o ipê em seu habitat natural, entretanto, é cada vez mais raro entre a maioria das espécies.
Os ipês também são usados para fins medicinais, embora sem comprovação científica.
A casca da Tabebuia avellanedae, ipê-roxo que ocorre em todo o Brasil, é usada, sob a forma de chá, como diurético e no combate a infecções, ao impetigo, a alguns tipos de câncer, de lupus, doença de Parkinson, psoríase e alergias. Outras espécies, especialmente a T. impetiginosa e a T. serratifolia, possuem propriedades semelhantes e contêm praticamente os mesmos componentes químicos
A Tabeubuia aurea, uma espécie de ipê-amarelo nativa dos cerrados, da caatinga e do Pantanal Mato-Grossense, é muito usada na medicina caseira em algumas regiões do país, principalmente no Nordeste. A entrecasca do caule é empregada no tratamento de gripes e resfriados e a casca, no tratamento de inflamações em geral.

25/09/2010

PASSEIO AO MARANHÃO 2009

PEQUI ÁRVORE PRESERVADA

O Pequizeiro e o Ipê amarelo
O pequi (Caryocar brasiliense; Caryocaraceae) é uma árvore nativa do cerrado brasileiro, possui troncos tortuosos e característicos, cujo fruto, embora muito utilizado na cozinha nordestina, do centro-oeste e norte de Minas Gerais, é considerado tipicamente goiano. 

A linda flor do pequi
Dele é extraído um azeite denominado azeite de pequi.
Seus frutos são também consumidos cozidos, puros ou juntamente com arroz e frango.
Seu caroço é dotado de muitos espinhos, e há necessidade de muito cuidado ao roer o fruto, evitando cravar nele os dentes, o que pode causar sérios ferimentos nas gengivas.

O sabor e o aroma dos frutos são muito marcantes e peculiares. Pode ser conservado tanto em essência quanto em conserva.

O pequizeiro


Símbolo da cultura do estado brasileiro de Goiás, o pequi pode também ser encontrado em toda a região Centro-Oeste (considerada a capital da fruta) e nos estados de Rondônia (ao leste), Minas Gerais (norte e oeste), Pará (sudoeste), Tocantins, Maranhão (extremo sul), Piauí (extremo sul), Bahia (oeste), Ceará (sul), e nos cerrados de São Paulo e Paraná. Em Goiás podem ser encontradas todas as variedades, cuja frutificação ocorre entre os meses de setembro e fevereiro. Está na lista de espécies ameaçadas do estado de São Paulo. É encontrado também na Bolívia.
 No estado do Tocantins há uma cidade com o nome de Pequizeiro em homenagem à árvore, onde se celebra a festa do pequi todos os anos.

Fruto verde

Fruto maduro
O fruto pode ser apreciado em variadas formas: cozido, no arroz, no frango, com macarrão, com peixe, com carnes, no leite, e na forma de um dos mais apreciados licores de Goiás. Além de doces e sorvetes.
Pequi com arroz
Ingredientes da Receita de Arroz com Pequi
1 xícara (chá) de arroz
2 colheres (sobremesa) de óleo de canola
10 pequis
2 dentes de alho picados
1 cebola média picada
3 colheres de sopa de salsinha picada
2 tomates para decorar
Modo de Preparo do Arroz com Pequi
Refogue o arroz com o alho e a cebola. Coloque a água e os pequis. Deixe cozinhar e sirva quente. Salpique salsinha e decore com os tomates.
Na hora de servir, lembre-se que a polpa só pode ser mordida superficialmente. Logo abaixo ficam os espinhos que podem machucar e são difíceis de serem retirados.
Benefícios do Arroz com Pequi
Segundo as pesquisas do Laboratório de Genética e Mutagênese da Universidade de Brasília, os antioxidantes presentes no Pequi protegem as células do ataque dos radicais livres. Há evidências de que a fruta pode ser uma arma contra o câncer e ainda proteger as células dos efeitos colaterais das drogas usadas no tratamento da doença. Ou seja, o temperinho tem poderes antioxidantes consideráveis. É rico nas vitaminas A, C e E. Possui boas doses de cálcio, fósforo, potássio e magnésio. Contém betacaroteno, flavonóides e ácidos graxos ômega-3. Que beleza, não? Agora é só preparar e saborear o Arroz com Pequi, um presente ultra saudável da culinária do Centro-oeste.
Pequi com arroz:

22/09/2010

ABSINTO MUITO




Em visita ao blog do Ramon Lamar, tomei conhecimento da reportagem que saiu no jornal "Estado de Minas", sobre estes meninos que formam a banda de rock Absinto Muito, que vêm se revelando a cada apresentação feita, agora ja extrapolando os limites da nossa cidade, elevando nosso nome, e se apresentando com sucesso e críticas favoráveis por onde se apresentam. Aos garotos,  nossos cumprimentos, e votos de contínuos sucessos, outros virão em cadeia. Parabens!
Ao Dr. Eduardo Antunes e Dra. Eliane, pais de dois dos musicos, parabenizamos e aplaudimos seu apoio, disponibilidade e renuncias que se permitem acompanhando-os,  orientando-os,  seguindo-os nesta caminhada inicial que certamente é mais árdua e cansativa... Parabens!
À Banda Absinto Muito, desejamos muito sucessos.
Celle Ornamental
  

MEU MENINO PASSARINHO


Passarinho!

Voa, voa meu passarinho
Novos ares vai buscar
Aproveite que Deus lhe deu asas
E um mundo novo vai conquistar...

Voa,  voa, depressa,
 bate as asas,  só pare pra descansar
Do néctar das flores se alimenta
Se cuide, não  vou chorar...

Deixe comigo tão somente
Pra de você me lembrar
Da mais bela flor o perfume 
 que por derradeiro beijar.
x
O  Menino Passarinho:
Não corte minhas asinhas
Não me impeças de voar
Abra a porta da gaiola
Para o mundo eu conquistar

Sou um viajeiro iniciante
Que carece de voar
Ainda que eu vá pra longe
Esperem que  vou voltar!

Mensagem de uma avó saudosa do neto, adolescente,  partindo para um intercâmbio, no exterior.

21/09/2010

O CERRADO MINEIRO

O cerrado mineiro
 Convidei minha prima para passear, fomos com  Antonio visitar algumas fazendas localizadas próximas a Contria e Beltrão, municípios pertencentes a Corinto e distantes de S.Lagoas uma três horas.  Minha prima era a primeira vez que visitava aquela região.


 Considerada  sertão, possuindo vegetação de cerrado: arvores dispersas, caules e tronco tortuosos, poucas folhagens, clima quente, pouca chuva, e nesta época do ano então, a vegetação está seca e há perigo de fogo, incendios.
Foram horas agradáveis e colocamos os assuntos em dia. Aproveitamos a viagem para apreciarmos a natureza agreste, sentir na pele o calor daquele clima quente, aquela paisagem rude e bonita, pouco comum aos nossos olhos, suas propriedades e naturalmente um dos diferentes ecossistema do nosso país. 

A balsa
Houve de tudo nesta viagem, até passeio de balsa.
Rio das Velhas
Na Serra do Cabral, que emoldura toda paisagem da região, com sua diversidade de vegetação e suas cachoeiras, seus pequenos riachos que nascem e correm pelo cerrado a fóra.
O Rio das Velhas, escorre molemente por ali. É um dos afluentes do Rio São Francisco. Agora, mais despoluído, cujo resultado advem do trabalho que vem sendo feito de conscientização das populações ribeirinhas da necessidade de despoluir e refazer a mata ciliar, nas laterais dos rios. E com as prefeituras das cidades que jogam seus esgotos em suas aguas, sem nrnhum tratamento prévio. 
  Em certos pontos da estrada, para atravessar o Rio, presisa-se de usar a balsa, embarcação muito rudimentar, constituindo o meio de ligação entre uma margem e outra do rio, por não haver pontes construidas. 
Uma das cachoeiras

 A balsa provocou pavor na minha amiga que nunca havia embarcado em algo semelhante e por não sabe nadar. Quase desmaiou!
... e nós atravessamos quatro vezes, duas pra lá e duas pra cá, de volta.  
Vencido o medo, passamos para a outra margem do rio e entramos na fazenda onde tivemos a oportunidade de ver a agricultura em desenvolvimento naquela região, apreciamos e admiramos um grande plantio de milho, de feijão. 
A  soja, a abóbora, melancia ali produzidas haviam sido colhidas, até trigo irrigado, foi colhido na semana passada, em caráter experimental para atender necessidade de uma industria de massas. Produziu muito bem mas, aguardam uma análise verificando a viabilidade do plantio. Na verdade, encarece muito a produção a correção do solo, a irrigação e outros itens, embora hája, incentivos do governo, com facilidades de crédito para essa região.

Colheita do feijão mecanizada

Feijão colhido e agrupado em alas para facilitar o recolhimento


  E assim passamos um dia bem agradável que não terminou sem antes apreciarmos um confinamento de gado de corte, noutra fazenda, e deslumbrarmos de um por do sol  espetacular.
                                                 Confinamento do gado
                                                       Silo de milho
                                                    E um magnífico por do sol
Viva o cerrado!

19/09/2010

A REPÚBLICA EM PERIGO?

                                     "BANDEIRA BRASIL IMPÉRIO"

Já começa com desrespeito...

 "NEM MESMO CRISTO ME TIRA ESSA VITÓRIA.

 Após a inauguração de um comitê em Minas, a candidata é entrevistada por um jornalista local: - como a senhora vê o crescimento da sua candidatura nas pesquisas?
O povo brasileiro sabe escolher, é a continuidade do governo Lula, e após as eleições nós vamos desarmar o palanque e estender os braços aos nossos adversários, o candidato Serra está convidado a participar do meu governo, porque nesta eleição nem mesmo Cristo querendo, me tira essa vitória, as pesquisas comprovam o que eu estou dizendo, vou ganhar no primeiro turno.


Parece que está caindo a imagem de boa moça e aparecendo quem realmente é a Dilma Roussef.
"O Povo Brasileiro estará cometendo um grande erro elegendo Dilma presidente e vão sofrer.”
- Ciro Gomes.

16/09/2010

HUMORÍSTICAMENTE FALANDO

Repasso aos amigos:  Palavras de um  Grande Escritor

Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.(nossa moeda)
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce. Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? - Esquece!
Aquela viagem? - Esquece!
Tudo o que o barbudo prometeu? - Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas...
Bem, e o que dizer do carioca?
Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença...
"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que
a República Checa tem o governo em Praga
e o Brasil tem essa praga no governo"

Luiz Fernando Verissimo
Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio.

13/09/2010

MARAVILHAS DA NATUREZA

 A PRIMAVERA VEM CHEGANDO!!!







Para refletir.....





Campanha Publicitária
espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:



"Crie filhos em vez de herdeiros."

"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."

"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."

"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."

"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."

"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"

"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."

"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."

"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"



"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."

10/09/2010

Comentário: "O Homem em Perigo"

Comentário do amigo, João.A Soares sobre o "O homem em Perigo"

João, obrigada, gostei tanto do seu comentário que lhe peço licença para publicá-lo no "Celle Ornamental",( com ou sem seu consentimento) porque meus leitores ainda que poucos, merecem conhece-lo. O amigo que me introduziu na blogosfera e que me honra comentando e incentivando meus trabalhos, me encantando com sua facilidade de expor seus pensamentos com lucidez, capacidade, sabedoria e arte.
Escrever bem é uma arte e você amigo, um artista!

Assim falou...
Muito interessante este texto que nos traz aqui. Muito obrigado.

Para revitalizarmos o planeta, devemos começar por nós, pelo nosso código de valores éticos, pela nossa noção de civismo, pela nossa coerência entre o que pensamos, o que dizemos e a forma como actuamos, em relação a nós próprios, aos outros e ao ambiente. Não podemos esquecer os nossos compromissos perante os amigos e todos os outros.

Devemos procurar alertar os familiares, os vizinhos e os amigos, limpar a nossa frontaria, o nosso bairro. Começando assim, acabaremos por ver o mundo diferente, mais pacífico, mais feliz.

Quando o texto refere Deus, interpreto-o como algo de indefinido que nos serve de guia, o nosso código de valores, o nosso intelecto, sem fanatismos, sem exclusividade. E digo isto por haver leitores que são alérgicos à palavra. O certo é que os povos, desde a antiguidade, sentiram necessidade de tal esteio espiritual. E quando falo de exclusividade tenho presente a loucura de um fanático americano que pretendia queimar o Corão.

Há dias num, dos convívios, alguém referiu que a extracção diária de enorme quantidade de petróleo, deixa espaços vazios no subsolo, que podem causar abatimentos do solo, com terramotos e desaparecimento de cidades. Por outro lado as loucas construções em altura, exercem desmesurado peso num local das placas tectónicas desequilibrando-as e originando terramotos. O mais perigoso é que existe grande concentração de tais construções em áreas em que se tem feito intensa exploração de petróleo, o Médio Oriente, de onde se conclui o perigo que tem estado a ser criado nessa região. Não será de estranhar um grave cataclismo num futuro próximo.