25/11/2009

Minha cidade, eterno amor...




Hoje, saí de casa para namorar minha terra.
Imagino que, no cotidiano, sempre resolvendo nossos problemas, não vemos nossa terra com aquele olhar penetrante, amoroso, especulativo; nós a vemos, assim, como que “por fora”.
É preciso escolher o momento certo para olhá-la, bem de pertinho, bem dentro dela, como olhamos para dentro de nós.
É muito bom ver o novo e rever as imagens que trazemos nas lembranças mais sossegadas; ver a cidade de passear, de andar sem medo nenhum, de ver sua gente variada correndo sempre.
Passear à toa, observar pessoas e lugares, sentir-lhe o cheiro, ver-lhe a cara. Fazendo isso me senti introspectiva, benevolente, serena, vendo o presente e recuando no tempo.
Vi tantas coisas bonita! Vi jovens de terno , de bermuda, vi guardas guardando a cidade como anjos.
Vi mulheres novas e velhas umas sorrindo outras sisudas, algumas chiques, outras não,
vi pastas, bolsas, celulares, também olhares de todo jeito: divertidos, tristes, maliciosos e provocativos dos moços para as moças e vice versa...
Vi vitrines, vi crianças e uma profusão de cores, tons e sons; muitos carros, uns bonitos, outros, nem tanto!
Tentei recuperar antigas referências: Um bar, uma farmácia, uma loja de disco, igrejas e papelarias...
Procurei os imóveis antigos e, fui andando pelas ruas e olhos e coração abertos. Fatos e coisas, tudo boiando dentro da memória. Reflito sobre as histórias que ouvi, em momentos vividos intensamente, lembranças que ficaram guardadas na minha alma e na retina. Impulsos de um coração saudosista.
Uma cidade jamais será estática, fria, se em sua pele se cravaram as cicatrizes do tempo. Não há povo sem pequenas histórias, daí não existir povo sem História; e minha cidade é rica em valores humanos, em costumes, e tradições cultivadas e consolidadas com respeito e amor.
Revi um antigo Bar, hoje menor e bastante remoçado; pedi o cardápio que, claro, não era o mesmo, principalmente, ali, não existia nada com sabor de saudade...
Verifiquei que na parte central da cidade, ainda permanecem muitas coisas intocáveis, mas cadê os cines Trianon e Meridiano?
Quanta saudade!
Andei e andei feliz por tocar o solo da minha terra com meus pés no chão, fora de carro, sem pressa, vendo-a assim, cara a cara. Saí da rotina egoísta, pois sei que já notaram, a gente sai mais, com destino certo.
Enfim tudo foi gratificante, tudo à flor da pele, recompondo nossa relação assim revivida como um velho e adormecido amor...
Tive a sensação de um sopro, um afago, também um beijo, dos tempos que ficamos abraçadinhas, crepúsculo dourado, frases calmas, gestos vagarosos, música suave, sutis sorriso e as madrugadas de sonho, de seresta, de esperança.
Foi um bom namoro, muito gostoso com as paisagens deslizando na distância...
Parabéns, Sete Lagoas, sempre linda! É seu aniversário!
Texto de Nadir Lanza

21/11/2009

Teste Psiquiátrico


Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor: Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor: Nós enchemos uma banheira de hidromassagem com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
Entendi, disse o visitante, uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher..

Não, respondeu o diretor, uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?


Dedicado a todos que escolheram o balde.

A vida tem muito mais opções...
E muitas vezes são tão óbvias como o ralo. Só falta enxergarmos!



16/11/2009

Paradoxo do Nosso Tempo -

George Carlin

Vamos mais uma vez rever verdades que não levamos a sério!!!

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

29/10/2009

"Casa da sete velhinhas"

Li este texto e me agradou...
Pensei em publicá-lo para que sirva de estímulo para tantas outras pessoas, talvez mais jovens e já desanimados de viver!!!

*Preguiça de sofrer*

- Zuenir Ventura

Há 26 anos, elas cumprem uma alegre rotina: às sextas-feiras pela manhã sobem a serra e descem aos domingos à tarde, quando não permanecem a semana toda lá, em sua casa de Itaipava, distante hora e meia do Rio de janeiro.
São quatro irmãs de sobrenome "Sette "-
Mily, a mais velha, de 86 anos; Guilhermina (84), Maria Elisa (76) e Maria Helena (73) - mais a cunhada Ítala (87), a prima Icléa (90) e a amiga de mais de meio século, Jacy (78).
O astral e a energia da "Casa da sete velhinhas" são únicos.
Elas cuidam das plantas, visitam exposições, assistem a shows, lêem, jogam baralho, conversam, discutem política, vêem televisão, fazem tricô, crochê e sobretudo riem.Só não falam e não deixam falar de doença e infelicidade. Baixaria, nem pensar. Quando preciso tomar uma injeção de ânimo e rejuvenescimento, subo até lá, como fiz no último sábado. Já viajamos juntos algumas vezes, como a Tiradentes, por cujas redondezas andamos de jipe, o que naquelas estradas de terra é quase como andar a cavalo. Tudo numa boa. Elas têm uma sede adolescente de novidade e conhecimento. Modéstia à parte, são conhecidas como "As meninas do Zuenir".
Me dão a maior força. Quando sabem que estou fazendo alguma palestra no Rio, tenho a garantia de que a sala não vai ficar vazia. São meu público cativo e ocupam em geral a primeira fila. Numa dessas ocasiões, com a casa cheia, elas chegaram atrasadas e fizeram rir ao se anunciarem a sério na entrada:-"Nós somos as meninas do Zuenir-". Nos conhecemos nos anos 70, quando morávamos no mesmo prédio no Rio e Maria Elisa, que é química, passou a dar aulas particulares de matemática para meus filhos, ainda pequenos, de graça, pelo prazer de ensinar.Depois nos mudamos, continuamos amigos e nossa referência passou a ser a casa de Itaipava, onde minha mulher e eu temos um cantinho, um pequeno apartamento na parte externa da casa, os "Alpes suíços".
No começo, o terreno não passava de um barranco de terra vermelha. Hoje é um jardim suspenso, com árvores e flores variadas que constituem uma atração para os pássaros. Dessa vez, não cheguei a tempo de ver a cerejeira florida, mas em compensação assisti a uma exibição especial de um casal de papagaios. O interior da casa é um brinco, não fossem elas meio artistas, meioartesãs, todas muito prendadas, como se dizia antigamente. Helena e Jacy, por exemplo, tecem mantas e colchas de tricô e crochê que já mereceram exposições. Mily desafia a idade preferindo as novas tecnologias e a modernidade, sem falar no vôlei, de que é torcedora apaixonada. Sabe tudo de computador e, com Jacy, freqüenta todos os cursos que pode: de francês a ética, de inglês a filosofia. Na parede, Tom Jobim observa tudo. A foto é autografada para Elisa, de quem ele foi colega no Andrews. Aliás, nesse colégio da Zona Sul do Rio,
Guilhermina trabalhou 53 anos, como secretária e professora de Latim, que ela ensinava pelo método direto, ou seja, falando com os alunos. Ficou muito feliz quando na praia ouviu, vindo de dentro do mar, o grito de alguém no meio das ondas, provavelmente um surfista: "Ave, magister!". Amiga de personagens como o maestro Villa-Lobos, ela ajudou ou acompanhou a carreira de dezenas de jovens que passaram por aquele tradicional colégio, cujo diretor uma vez lhe fez um rasgado elogio público, ressaltando o quanto ela era indispensável ao educandário. No dia seguinte, ela pediu as contas, com essa sábia alegação: "Eu quero sair enquanto estou no auge, não quando não souberem mais o que fazer comigo". Foi para casa e teve um choque, achando que não ia suportar a aposentadoria. Durou pouco, porque logo arranjou o que fazer. É tradutora e gosta muito de etimologia: adora estudar a vida das palavras desde suas origens, principalmente quando são gregas. Ah, nas horas vagas faz bijuterias. Para explicar como se desvencilhou do vazio de deixar um emprego de 53 anos e começar nova vida, já velha, Guilhermina usou uma frase que se aplica a todas as outras seis velhinhas e que eu gostaria de adotar também: -"Tenho preguiça de sofrer".
Não são o máximo as meninas do Zuenir?
Exemplos de vida pra nós...
Li este texto e me agradou...
Pensei em publicá-lo para que sirva de estímulo para tantas pessoas talvez mais jovens e já desanimados de viver!!!

*Preguiça de sofrer*
- Zuenir Ventura
Há 26 anos, elas cumprem uma alegre rotina: às sextas-feiras pela manhã sobem a serra e descem aos domingos à tarde, quando não permanecem a semana toda lá, em sua casa de Itaipava, distante hora e meia do Rio de Janeiro.
São quatro irmãs de sobrenome Sette -
Mily, a mais velha, de 86 anos;Guilhermina (84), Maria Elisa (76) e Maria Helena (73) - mais a cunhada Ítala (87), a prima Icléa (90) e a amiga de mais de meio século, Jacy (78).
O astral e a energia da "Casa da sete velhinhas" são únicos.
Elas cuidam das plantas, visitam exposições, assistem a shows, lêem, jogam baralho, conversam, discutem política, vêem televisão, fazem tricô, crochê e sobretudo riem.Só não falam e não deixam falar de doença e infelicidade. Baixaria, nem pensar. Quando preciso tomar uma injeção de ânimo e rejuvenescimento, subo até lá, como fiz no último sábado. Já viajamos juntos algumas vezes, como a Tiradentes, por cujas redondezas andamos de jipe, o que naquelas estradas de terra é quase como andar a cavalo. Tudo numa boa. Elas têm uma sede adolescente de novidade e conhecimento. Modéstia à parte, são conhecidas como "As meninas do Zuenir".
Me dão a maior força. Quando sabem que estou fazendo alguma palestra no Rio, tenho a garantia de que a sala não vai ficar vazia. São meu público cativo e ocupam em geral a primeira fila. Numa dessas ocasiões, com a casa cheia, elas chegaram atrasadas e fizeram rir ao se anunciarem a sério na entrada:-"Nós somos as meninas do Zuenir-". Nos conhecemos nos anos 70, quando morávamos no mesmo prédio no Rio e Maria Elisa, que é química, passou a dar aulas particulares de matemática para meus filhos, ainda pequenos, de graça, pelo prazer de ensinar.Depois nos mudamos, continuamos amigos e nossa referência passou a ser a casa de Itaipava, onde minha mulher e eu temos um cantinho, um pequeno apartamento na parte externa da casa, os "Alpes suíços".
No começo, o terreno não passava de um barranco de terra vermelha. Hoje é um jardim suspenso, com árvores e flores variadas que constituem uma atração para os pássaros. Dessa vez, não cheguei a tempo de ver a cerejeira florida, mas em compensação assisti a uma exibição especial de um casal de papagaios. O interior da casa é um brinco, não fossem elas meio artistas, meioartesãs, todas muito prendadas, como se dizia antigamente. Helena e Jacy, por exemplo, tecem mantas e colchas de tricô e crochê que já mereceram exposições. Mily desafia a idade preferindo as novas tecnologias e a modernidade, sem falar no vôlei, de que é torcedora apaixonada. Sabe tudo de computador e, com Jacy, freqüenta todos os cursos que pode: de francês a ética, de inglês a filosofia. Na parede, Tom Jobim observa tudo. A foto é autografada para Elisa, de quem ele foi colega no Andrews. Aliás, nesse colégio da Zona Sul do Rio,
Guilhermina trabalhou 53 anos, como secretária e professora de Latim, que ela ensinava pelo método direto, ou seja, falando com os alunos. Ficou muito feliz quando na praia ouviu, vindo de dentro do mar, o grito de alguém no meio das ondas, provavelmente um surfista: "Ave, magister!". Amiga de personagens como o maestro Villa-Lobos, ela ajudou ou acompanhou a carreira de dezenas de jovens que passaram por aquele tradicional colégio, cujo diretor uma vez lhe fez um rasgado elogio público, ressaltando o quanto ela era indispensável ao educandário. No dia seguinte, ela pediu as contas, com essa sábia alegação: "Eu quero sair enquanto estou no auge, não quando não souberem mais o que fazer comigo". Foi para casa e teve um choque, achando que não ia suportar a aposentadoria. Durou pouco, porque logo arranjou o que fazer. É tradutora e gosta muito de etimologia: adora estudar a vida das palavras desde suas origens, principalmente quando são gregas. Ah, nas horas vagas faz bijuterias. Para explicar como se desvencilhou do vazio de deixar um emprego de 53 anos e começar nova vida, já velha, Guilhermina usou uma frase que se aplica a todas as outras seis velhinhas e que eu gostaria de adotar também: -"Tenho preguiça de sofrer".
Não são o máximo as meninas do Zuenir?
Exemplos de vida pra nós...

27/10/2009

NOSSA SITUAÇÃO!!!

Um pouco de história
O QUINTO DOS INFERNOS


Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5)da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de
"O Quinto dos Infernos".A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os"quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como"Derrama". Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT,
a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009
a 38% ou praticamente 2/5(dois quintos) de nossa produção.Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro
daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...Para que?
Para sustentar a corrupção, o PAC, o mensalão, o Senado
com sua legião de "diretores", a festa das passagens, o bacanal
(literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra
familiar no executivo.Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar esta corja, que nos custa (já feitas asatualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a
metade dos impostos que pagamos atualmente!

23/10/2009

" A solidariedade"
Há pessoas que carregam tanto os outros nas costas que depois de um certo ponto começam a andar devagarinho, sentem-se fatigadas, sem ânimo às vezes para enfrentar o dia. Elas evitam os espelhos, evitando a própria imagem, que já não amam ou mesmo nunca aprenderam a amar.
Marta Medeiros, diz o seguinte sobre doação:
É corajoso viver pelos outros, proporcionar-lhes felicidade, conforto, reconforto, calor. É nobre e faz parte da solidariedade de cada um. Mas como oferecer aos outros uma força que já não possuímos? Como oferecer a alegria se ela nos parece apenas uma máscara que colocamos quando saímos de casa? E a paz, a serenidade, isso nem mesmo podemos fingir, porque nossos olhos nos traem.
Não podemos cuidar dos outros e esquecer-nos de nós. A felicidade dos outros não está do outro lado da balança, de maneira que à medida que a delas crescem, a nossa diminui. Por isso não podemos aceitar tudo, como mártires, numa atitude heróica onde seremos sempre os perdedores.
Cada um de nós é uma estrela nesse imenso universo. Umas maiores que as outras, fazemos parte da mesma constelação, merecemos o mesmo cuidado e a mesma atenção. E se uma estrela se perde, é sempre uma luz a mais que se apaga. Temos que aprender a brilhar.
Não há melhor presente que você possa oferecer aos outros que a paz que você carrega consigo. Não há alegria maior para aqueles que te amam de ver sua felicidade, participar dela. Por isso, cuide-se!!! Faça por você mesmo aquilo que faria pela pessoa mais querida ao seu coração. Mesmo que você não seja perfeito, por que ninguém o é, você merece consideração, respeito, amor. Você merece sim e a primeira pessoa que deve pensar nisso é você mesmo. Os outros te seguirão, tenha certeza disso!

22/10/2009

Sem deixar de considerar a perfeição da técnica vocal e a qualidade sonora, não tem como não rir, muito bom, vale a pena ver, não só o pianista acompanhante riu como também a platéia.

O Dueto de Gatos - Duetto buffo di due gatti (G.Rossini)
Concerto realizado em Seul (Coréia do Sul) em 30/11/96 pelo Coro dos "Petits chanteurs à la Croix de Bois" Duetto buffo di due gatti (G. Rossini)

Peça do compositor italiano Gioachinno Rossini adaptada para a voz de crianças e intitulada "Dueto de Gatos". A voz de cada um dos dois garotos que fazem o solo é belíssima e muito afinada, e é também muito engraçada.Note a postura do cantor moreninho, que não consegue esconder o riso, ao contrário do lourinho, sempre sério e compenetrado no seu papel.

21/10/2009

Solidariedade

Olá amigo, como tem passado?

Só passei para saber...

Da sua saúde querendo que esteja BEM!

Da sua casa, orando para que ela esteja em PAZ!

Da sua família,esperando que esteja em HARMONIA!

Do seu trabalho, desejando um enorme PROGRESSO!

Dos seus problemas mais bobos, almejando uma SOLUÇÃO!

Das sua finanças, profetizando que você PROSPERE!

Da sua vida sentimental,torcendo para que você tenha um grande AMOR!

Das suas preocupações, pedindo a Deus que você encontre a TRANQUILIDADE!

Se você se sente em abandono, quero que você encontre a FÉ!

Só passei para te desejar,

Bom dia...
Boa tarde...
Boa noite...

Saiba que você sempre estará acompanhado(a) pelo meu bom pensamento dirigido a VOCÊ!

E se ainda assim tudo lhe parecer escuro e você sentir que nada posso fazer, peço-lhe que me conte se ainda lhe resta coragem e me diga que nunca vai desanimar!

Tenha um final de semana MARAVILHOSO!

Texto: Silvia Schimdt






Premiação

Querida Ná!
Depois de atravessar o Atlântico durante 12 horas e ficar encantada com as belezas naturais, históricas, culturais, gastrômicas de Portugal,você amiga, de grandes dotes culinários, acaba de publicar esta receita, tradicional e saborosa da sua região, embora trabalhoso...Ensina o passo a passo da execução da iguaria e anexado, segue uma pequena aula de conhecimentos gerais. (época da pesca, estação do ano,origem na antiguidade procedência, o rio Minho,a região de Cerveira, etc). Sabe que voto em você, e...
Não tivesse deixado em Toledo meus parcos recursos,meus cents de euros, voltaria correndo saborear o seu "Debulhos de Sável," no dia do seu prêmio,e ao seu lado, aplaudindo, pessoalmente lhe abraçar!
Beijinhos,Celle

20/10/2009

Utilidade publica

COMO CONSEGUIR BOA VISÃO enquanto dirige sob forte chuva.
Não se sabe por que, mas parece que funciona bem quando chove muito.

É sugestão de policial que experimentou e confirmou.

É útil, até em condução noturna. Nós, motoristas ligamos os limpadores de parabrisas em velocidade rápida ou máxima durante chuvas pesadas; mas a visibilidade ainda é bastante ruim. Se você enfrentar tal situação, ponha óculos de sol (qualquer modelo serve)..
Vai ser um milagre!
De repente, sua visibilidade na frente de seu carro fica perfeitamente clara, como se não tivesse chovendo! Assim, mantenha sempre um par de óculos de sol no porta-luvas do carro para que você tenha condução segura, com boa visão em caso de chuva.

Você também pode salvar a vida de alguém, repassando essa informação a ele/ela. Tente experimentar! Vais ser incrível!

Você ainda verá as gotas no pára-brisa, mas não a lâmina de chuva.
Você poderá ver onde a chuva salta para fora da estrada e os respingos dos pneus do carro à sua frente. Esta pequena dica deveria ser incluída na formação do motorista.

É excelente!

14/10/2009

Surpresa


Juro que não sabia!
Passeando pelo Bairro Alto e Chiado a pé, numa rua pedonal como voces dizem, Encontramos o Café "A Brasileira", mais famoso de Lisboa segundo, a garçonete que nos atendeu. É uma galeria Arte Nova com trabalho floral em estuque, muitos espelhos e pinturas dos áureos anos 20. Supimpa!!!
Entre suas mesas do lado exterior, na calçada, se encontra a estátua do grande poeta Fernando Pessoa, são as mais cobiçadas da calçada, à tardinha não se encontra uma vaga sequer...
Fiz questão de dar um dedinho de prosa com ele, como podem ver!

Casa de Fado

Ir à Lisboa e não ouvir o Fado, não visitou Lisboa...


Interessante o conselho que recebemos na recepção do nosso Hotel, sobre o Fado:

- "Aproximem-se do fado menos importante e, depois escolha o melhor restaurante de fado, se sentirem tocado por ele..."

Sábio conselho para orientação de turistas , foi muito sincero,achei!

Como estávamos destinados a ouvir esta canção nos apresentou sugestões de algumas Casas e completou: sou fã incondicional do fado, de alguns intérpretes, da guitarra portuguesa, que o fado sem guitarristas também não existe. Pode existir, mas já não é a mesma coisa, já não é uma canção livre. E o fado é uma canção livre, cada intérprete dá-lhe o seu estilo próprio, completou.

Achei lindo, sorri e saimos...


08/09/2009

Onde está o outro real?

Eu, Tu e Ele.... fomos comer no restaurante e no final a conta deu R$30,00.Fizemos o seguinte: cada um deu dez reais...Eu: R$ 10,00Tu: R$ 10,00 Ele: R$ 10,00O garçom levou o dinheiro até o caixa e o dono do restaurante disse o seguinte: Esses três são clientes antigos do restaurante, então vou devolver R$5,00 para eles! E entregou ao garçom cinco notas de R$ 1,00. O garçom, muito esperto, fez o seguinte: pegou R$ 2,00 para ele e deu R$1,00 para cada um de nós. No final ficou assim:Eu: R$ 10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = Eu gastei R$9,00.Tu: R$ 10,00 -R$1,00 que foi devolvido) = T u gastaste R$9,00. Ele:R$ 10,00 (-R$1,00 que foi devolvido) = Ele gastou R$9,00.Logo, se cada um de nós gastou R$ 9,00, o que nós três gastamos juntos,foi R$ 27,00. E se o garçom pegou R$2,00 para ele, temos: Nós: R$27,00Garçom: R$2,00TOTAL: R$29,00Pergunta-se:Onde foi parar a droga do outro R$1,00?Enviado pelo Departamento de Economia da PUC...PS.: Se alguém souber onde está o outro R$:1,00 me avise

02/09/2009

CORAGEM

Sempre tive muito medo...
Insegurança em tomar atitudes com medo de errar.
Meu pai nos aconselhava a tomar atitudes mesmo errando, que melhor fazer e errar que ser omissa e preocupada, e arrepender por não ter feito.
Dizia sempre esta antiga fábula: Um camundongo vivia angustiado, um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
Mas ele ficou com medo de cão...
Por isso o mágico o transformou em pantera.
Então ele começou a temer os caçadores.
A essa altura o mágico desistiu.
Transformou-o em camundongo novamente e disse:
Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.
É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.
Mas saiba, dizia meu pai, "que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar, apesar do medo".
É preciso sempre caminhar para frente e enfrentar as adversidades, vencendo os medos...
Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.
Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas...